Acordamos ansiosos, e' o dia do bungy! Nos preparamos rapidamente, fizemos um lanche no mercadinho perto do hostel e ficamos aguardando o onibus que iria nos levar para Kawarau Bridge, o primeiro ponto oficial de Bungy Jump do mundo. Ja no deslocamento, percebia-se uma tensao nos passageiros, alguns pagando misterio, outros ouvindo, meio assustados, eu e Mota sem prestar atencao, ou seja, nao entendendo nada, e por isso mesmo, tranquilos! Algum tempo depois, chegamos a Kawarau, o cenario era muito bacana. A visao da ponte era algo empolgante. Dentro da estacao de salto rolava uma energia muito boa das atendentes, vibracoes bem positivas e estimulantes. Tudo fazia a ansiedade aumentar, queria saltar logo! Fizemos o check in (peso, pagamento, etc.) e fomos para a ponte. Isso mesmo, nao rola nem brifim, nem conversa, nada. Pagou, pulou! Ta contigo! O Mota saltou primeiro e eu fiquei filmando o salto dele. Foi muito legal! Quando alguem saltava, os espectadores vibravam junto, gritavam junto, batiam palmas, era realmente uma comemoracao. Enquanto aguardava o Mota ser retirado do elastico, conversei com o primeiro saltador, aquele que tava pagando misterio no onibus, e perguntei por que ele nao quis tocar na agua. A resposta foi que nao estavam deixando tocar na agua devido a correnteza do rio estar muito forte. De imediato resolvi filmar o meu salto. Quando o Mota chegou, passei minha mochila pra ele e pedi ajuda para amarrar minha maquina na minha mao. Tudo pronto, fui pra fila, que ja estava no fim. La na ponte rolou aquele pensamento, "pra que saltar?" Mas o Mota ja havia saltado, antes dele uma galera, a pessoa da minha frente era uma garotinha, a primeira coisa que pensei em fazer ao decidir vir pra ca foi saltar, agora "eu vou amarelar?" Fala serio! A garotinha saltou e comecaram os procedimentos de amarracao em mim e a filmagem. Quando pronto, pra plataforma. Pes amarrados ao cabo, camera amarrada a mao e ... piscando! Cheguei a plataforma, olhei pra baixo e pensei: "o que e' que eu to fazendo aqui?" Ja era! Um abraco! Agora so tem um caminho, o da agua! Como nao tinha mais o que fazer mesmo, o jeito foi saltar. Saltei! Ate antes do salto, eu achava que o pior momento era saltar, mas agora sei que o pior momento e' a queda, aquela aceleracao em direcao ao rio. Da pra ver a cara de panico no video! Mas e' tudo muito rapido, quando voce percebe ja esta sendo puxado pelo elastico. Essa e' a parte maneira, voce sabe que esta seguro. A partir dai da pra relaxar e curtir. Bungy Jump? Eu recomendo! Nao precisa vir pra Nova Zelandia pra fazer, mas ao menos uma vez na vida tem que rolar! Nem que seja so uma! Saos e salvos, fomos buscar nossas camisas e ver as filmagens que eles fizeram. Ficaram tao legais, que decidimos comprar o DVD. Olha ai, mais um gasto nao previsto no orcamento! Ta valendo!
Voltamos para Queenstown, comemos e alugamos duas bikes para fazer algumas trilhas proximas ao lago Wakatipu. Ainda na loja, mostramos nossas intencoes para a garota que alugava as bikes e ela nos disse que algumas trilhas eram faceis, outras medias e que iamos chegar numa area tida como playground para mountain bikers. Agradecemos os bizus e partimos. As trilhas ditas faceis, sao percorridas pela galera que faz down e up hill, com equipamentos e bicicletas apropriadas! Carregamos mais as bikes do que o contrario quando chegamos nas trilhas medias e o Mota partiu a corrente, no "playground". Que playground e' esse? Constante possibilidade de rolar barranco abaixo se errar uma curva, curvas fechadissimas, pontes longas e estreitas, rampas, arvores e mais arvores, galhos e mais galhos, tombos e mais tombos. E o pior foi descobrir, depois de algumas derrapagens e quase quedas, que os freios tambem sao na "mao inglesa", o freio dianteiro e' na direita, o inverso do que estamos acostumados. Parei para pensar um pouco e percebi que os neo-zelandeses sao loucos, e nos, sem nocao! Nos vemos as informacoes e perguntamos: "da pra ir?" "O que voce acha disso...?" "Como chegamos la?" Eles, por sua vez, nos dao as informacoes necessarias, so nao dizem o tamanho da furada em que estamos nos metendo.
Com a corrente quebrada, acabou a brincadeira (ainda bem que a corrente quebrou antes da gente). Saimos do "playground suicida" utilizando a bussola novinha que o Mota acabara de comprar. Ela e' tao bacana, que tem escrito no seu limbo "TRY ME TRY ME". Chegamos a estrada. E agora, como se volta sem corrente? O jeito foi improvisar um cabo de reboque com a camara de ar reserva e a correia da capa da maquina fotografica. Deu certo! Na descida o Mota desconectava a bike dele e partia na frente, quando comecava a subida, antes de ele parar, eu passava o camara pra ele e comecava a reboca-lo. Demoramos um pouco, mas retornamos para a loja. Consertamos a corrente e fomos para o outro lado do lago, agora sim, num caminho mais tranquilo, mais urbanizado, etc. Depios de muito pedalar, paramos para descansar um pouco, fizemos um lanche e retornamos. Ouh cidade que nao chega! Ja nao estava mais aguentando as pernas. Foram quase quatro horas de pedalada. Bikes devolvidas, fui tomar um banho e o Mota foi curtir o visual da cidade de cima. Pegou a gondola e subiu o morro. Depois nos encontramos no Fergburg e tivemos a recompensa merecida. Aquele lanche e' fenomenal!
Voltamos para Queenstown, comemos e alugamos duas bikes para fazer algumas trilhas proximas ao lago Wakatipu. Ainda na loja, mostramos nossas intencoes para a garota que alugava as bikes e ela nos disse que algumas trilhas eram faceis, outras medias e que iamos chegar numa area tida como playground para mountain bikers. Agradecemos os bizus e partimos. As trilhas ditas faceis, sao percorridas pela galera que faz down e up hill, com equipamentos e bicicletas apropriadas! Carregamos mais as bikes do que o contrario quando chegamos nas trilhas medias e o Mota partiu a corrente, no "playground". Que playground e' esse? Constante possibilidade de rolar barranco abaixo se errar uma curva, curvas fechadissimas, pontes longas e estreitas, rampas, arvores e mais arvores, galhos e mais galhos, tombos e mais tombos. E o pior foi descobrir, depois de algumas derrapagens e quase quedas, que os freios tambem sao na "mao inglesa", o freio dianteiro e' na direita, o inverso do que estamos acostumados. Parei para pensar um pouco e percebi que os neo-zelandeses sao loucos, e nos, sem nocao! Nos vemos as informacoes e perguntamos: "da pra ir?" "O que voce acha disso...?" "Como chegamos la?" Eles, por sua vez, nos dao as informacoes necessarias, so nao dizem o tamanho da furada em que estamos nos metendo.
Com a corrente quebrada, acabou a brincadeira (ainda bem que a corrente quebrou antes da gente). Saimos do "playground suicida" utilizando a bussola novinha que o Mota acabara de comprar. Ela e' tao bacana, que tem escrito no seu limbo "TRY ME TRY ME". Chegamos a estrada. E agora, como se volta sem corrente? O jeito foi improvisar um cabo de reboque com a camara de ar reserva e a correia da capa da maquina fotografica. Deu certo! Na descida o Mota desconectava a bike dele e partia na frente, quando comecava a subida, antes de ele parar, eu passava o camara pra ele e comecava a reboca-lo. Demoramos um pouco, mas retornamos para a loja. Consertamos a corrente e fomos para o outro lado do lago, agora sim, num caminho mais tranquilo, mais urbanizado, etc. Depios de muito pedalar, paramos para descansar um pouco, fizemos um lanche e retornamos. Ouh cidade que nao chega! Ja nao estava mais aguentando as pernas. Foram quase quatro horas de pedalada. Bikes devolvidas, fui tomar um banho e o Mota foi curtir o visual da cidade de cima. Pegou a gondola e subiu o morro. Depois nos encontramos no Fergburg e tivemos a recompensa merecida. Aquele lanche e' fenomenal!
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