Este blog contém os relatos de minha viagem para a Oceania. Foi digitado dia-a-dia, por isso está invertido cronologicamente.
Espero que seja útil e que proporcione alguns minutos de entretenimento.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
sábado, 22 de dezembro de 2007
Dia 22/12 - HS $7
Sete dolares, e' o que eu tenho. Ao menos da pra tomar o cafe da manha!
Acordamos cedo, pegamos o onibus do passeio e partimos. Estava frio e nublado, mas o sol estava se esforcando para aparecer. Embora o tempo nao estivesse dos melhores, ao menos a trilha sonora da manha estava aprovada. Comecou com Paint it Black, dos Rolling Stones; depois rolou Hotel California, do Eagles e finalizou com Riders on the Storm, do The Doors.
Chegamos em Kaiteriteri, tivemos o brifim, instrucoes iniciais e fomos para a agua. Nosso passeio consiste em remar pela manha ate um certo marco do Park, depois retornar, pegar um taxi (barco), fazer um passeio pelo Park ate a ilha de Tonga, reduto de leoes marinhos. Dai ficar na praia e pegar uma trilha de 1:30h retornando para outra praia, onde seremos resgatados pelo mesmo taxi. Este e' o previsto para hoje. E assim foi! Tudo conforme o previsto. Foi um dia bem agradavel, o sol nos saudou com sua presenca e pudemos apreciar as belezas naturais do Abel Tasman National Park.
Fim de tarde, regressamos para Nelson. Nossa missao estava cumprida! Agora e' so esperar pelo dia seguinte e torcer para que de tudo certo nos incontaveis embarques que faremos amanha. Sairemos pela manha para Auckland. No fim da tarde embarcaremos para o Brasil, mas, por causa da diferenca de fusos, chegaremos por volta das 22h em Guarulhos. La nossa jornada se encerrara, o Mota vai para o Rio e eu vou tentar chegar a Belem para fechar a papelada da transferencia, pegar o carro e tocar pra Natal.
Este e' o meu ultimo relato da nossa viagem. Se alguem quiser maiores informacoes ou ver as fotos, basta me ligar a partir do dia 24/12.
Grande abraco a todos e Feliz Natal.
P.S: Ia esquecendo, demos uma volta a noite para ver como e' o agito da cidade. Tem uma rua com varios bares, bem movimentada. Algo dificil de se ver por aqui! Num deles, com entrada free, tocou simplesmente Destination Unknown, pra fechar a trilha sonora do ultimo dia com chave de ouro!
Acordamos cedo, pegamos o onibus do passeio e partimos. Estava frio e nublado, mas o sol estava se esforcando para aparecer. Embora o tempo nao estivesse dos melhores, ao menos a trilha sonora da manha estava aprovada. Comecou com Paint it Black, dos Rolling Stones; depois rolou Hotel California, do Eagles e finalizou com Riders on the Storm, do The Doors.
Chegamos em Kaiteriteri, tivemos o brifim, instrucoes iniciais e fomos para a agua. Nosso passeio consiste em remar pela manha ate um certo marco do Park, depois retornar, pegar um taxi (barco), fazer um passeio pelo Park ate a ilha de Tonga, reduto de leoes marinhos. Dai ficar na praia e pegar uma trilha de 1:30h retornando para outra praia, onde seremos resgatados pelo mesmo taxi. Este e' o previsto para hoje. E assim foi! Tudo conforme o previsto. Foi um dia bem agradavel, o sol nos saudou com sua presenca e pudemos apreciar as belezas naturais do Abel Tasman National Park.
Fim de tarde, regressamos para Nelson. Nossa missao estava cumprida! Agora e' so esperar pelo dia seguinte e torcer para que de tudo certo nos incontaveis embarques que faremos amanha. Sairemos pela manha para Auckland. No fim da tarde embarcaremos para o Brasil, mas, por causa da diferenca de fusos, chegaremos por volta das 22h em Guarulhos. La nossa jornada se encerrara, o Mota vai para o Rio e eu vou tentar chegar a Belem para fechar a papelada da transferencia, pegar o carro e tocar pra Natal.
Este e' o meu ultimo relato da nossa viagem. Se alguem quiser maiores informacoes ou ver as fotos, basta me ligar a partir do dia 24/12.
Grande abraco a todos e Feliz Natal.
P.S: Ia esquecendo, demos uma volta a noite para ver como e' o agito da cidade. Tem uma rua com varios bares, bem movimentada. Algo dificil de se ver por aqui! Num deles, com entrada free, tocou simplesmente Destination Unknown, pra fechar a trilha sonora do ultimo dia com chave de ouro!
Dia 21/12 - HS $40
E', hoje acordei com $40 e contando...ta critico!
Acordamos mais tarde hoje, o onibus so saia as 10h. O unico problema e' que nao tinhamos a confirmacao das passagens! Nao chegou nada via e-mail, tentamos via telefone mas ficamos so na gravacao e o onibus ja esta no ponto. O jeito e' torcer para que nosso nome esteja na lista! E esta! Ok, vamos para Nelson, nosso ultimo destino na viagem.
Ja se sabe que estrada e' sinonimo de soneca, logo, dormimos, mesmo estando sem sono. So pra nao perder o costume! Nosso destino e' Nelson, mas antes o onibus vai para Picton, que e' fora da rota. Advinhem o que aconteceu? Todos os passageiros para Nelson desceram em Blenheim e ficamos na estacao, aguardando o onibus voltar! Na estacao, quero dizer, no relento. Nuns bancos la! Um friozinho bacana! Imagino como e' no inverno, nevando!
Tudo bem, 50 minutos depois o onibus retornou e nos levou a Nelson. Ja tinhamos reserva num albergue, entao, mochilamos e partimos. O nosso mapinha indicava dois caminhos, escolhemos o mais curto. Mais curto e mais ingreme! Quase na vertical! Conseguimos subir, a gente e' brasileiro...
No albergue, eis que surge o Kaley. Fica maior tempao conversando, zoando e nos sacaneando, pois estavamos com um palmo de lingua pra fora da boca! Muito gente boa, apos nos instalar, fez a reserva do passeio no Abel Tasman National Park e nos deu um mapa, com um roteiro para conhecermos a cidade.
Fizemos o city tour, passamos pelo Museu, que estava com uma apresentacao das Maquinas de Da Vinci. Muito interessante! Depois resolvemos conhecer o Centro da Nova Zelandia. Achavamos que era algum lugar com informacoes sobre o pais, seu povo, sua cultura...mas quando comecamos a adentrar na trilha, pensei: "Sera que esse CENTRO e' simplesmente o ponto medio longitudinal/lateral do pais?" E nao e' que era mesmo! Pior, pra variar era em cima de um morro ingreme...haja pernas!
Ok, fomos la, vimos, depois fomos a um jardim japones muito bonito e depois voltamos para o albergue, totalmente moidos. Andamos pra caralho!
No caminho de volta, por acaso, encontrei a joalheria que confeccionou o "Um Anel" do filme O Senhor dos Aneis. La estava my precious!
Ao menos, hoje o sol veio se despedir, no fim da tarde. E pelo que parece, amanha sera um excelente dia para uma remada!
Acordamos mais tarde hoje, o onibus so saia as 10h. O unico problema e' que nao tinhamos a confirmacao das passagens! Nao chegou nada via e-mail, tentamos via telefone mas ficamos so na gravacao e o onibus ja esta no ponto. O jeito e' torcer para que nosso nome esteja na lista! E esta! Ok, vamos para Nelson, nosso ultimo destino na viagem.
Ja se sabe que estrada e' sinonimo de soneca, logo, dormimos, mesmo estando sem sono. So pra nao perder o costume! Nosso destino e' Nelson, mas antes o onibus vai para Picton, que e' fora da rota. Advinhem o que aconteceu? Todos os passageiros para Nelson desceram em Blenheim e ficamos na estacao, aguardando o onibus voltar! Na estacao, quero dizer, no relento. Nuns bancos la! Um friozinho bacana! Imagino como e' no inverno, nevando!
Tudo bem, 50 minutos depois o onibus retornou e nos levou a Nelson. Ja tinhamos reserva num albergue, entao, mochilamos e partimos. O nosso mapinha indicava dois caminhos, escolhemos o mais curto. Mais curto e mais ingreme! Quase na vertical! Conseguimos subir, a gente e' brasileiro...
No albergue, eis que surge o Kaley. Fica maior tempao conversando, zoando e nos sacaneando, pois estavamos com um palmo de lingua pra fora da boca! Muito gente boa, apos nos instalar, fez a reserva do passeio no Abel Tasman National Park e nos deu um mapa, com um roteiro para conhecermos a cidade.
Fizemos o city tour, passamos pelo Museu, que estava com uma apresentacao das Maquinas de Da Vinci. Muito interessante! Depois resolvemos conhecer o Centro da Nova Zelandia. Achavamos que era algum lugar com informacoes sobre o pais, seu povo, sua cultura...mas quando comecamos a adentrar na trilha, pensei: "Sera que esse CENTRO e' simplesmente o ponto medio longitudinal/lateral do pais?" E nao e' que era mesmo! Pior, pra variar era em cima de um morro ingreme...haja pernas!
Ok, fomos la, vimos, depois fomos a um jardim japones muito bonito e depois voltamos para o albergue, totalmente moidos. Andamos pra caralho!
No caminho de volta, por acaso, encontrei a joalheria que confeccionou o "Um Anel" do filme O Senhor dos Aneis. La estava my precious!
Ao menos, hoje o sol veio se despedir, no fim da tarde. E pelo que parece, amanha sera um excelente dia para uma remada!
Dia 20/12 - HS 120...dolares
Pois e', acordei hoje com exatamente $120 na carteira para sobreviver ao resto da viagem. Nem to mais usando o porta-dolar. Que dolar que eu vou gardar la?
Apos a fatidica constatacao logo cedo, nos equipamos e partimos para Kaikoura. Estava um tempo frio e nublado, totalmente propicio ao...sono! Dormimos, pra variar, a viagem inteira. O onibus possuia poltronas normais, nao aquelas que nos deixam com torcicolo. Foram apenas 2:30h de viagem e chegamos.
Kaikoura e' muito conhecida por serem encontradas, em sua costa, durante boa parte do ano, diversas especies marinhas, principalmente baleias. E foram elas que fomos ver. Com o tempo nublado e meio chuvoso sabiamos que seria mais dificil de encontra-las, mas embarcamos assim mesmo e fomos para o mar. Nao muito longe da praia, existe um canion submerso e e' la que elas sao encontradas. O passeio foi muito legal, absorvemos bastante informacoes de nossa guia, vimos apenas duas baleias e passamos um frio animal! Quando achavamos uma baleia, saiamos para o deck e ai, tinha que aguentar o vento (e certa hora, a chuva). Foram apenas duas baleias mas ja estava bom, estava morrendo de vontade de voltar pro albergue e tomar aquela ducha quente.
Retornamos, tomei minha ducha e fomos almocar. Rolou uma lasanha requintada e eu pedi uma torta de carne com KYDNEY. Pergunta se eu sei o que e' isso. Quase nao consegui comer a torta! Gosto horrivel!
Cidade pequena, nao ha o que fazer! Apos o almoco, internet. Apos a net, jantar: pizza. Mas nao era qualquer pizza, novamente pedimos algo que nao sabiamos o que era e comemos uma pizza de presunto, queijo e um mato la, que eu nao sei qual e', nem qual e' o nome. No comeco foi dificil, mas depois desceu tranquila.
Apos a pizza, se alguem ainda tem alguma duvida, fomos dormir!
Apos a fatidica constatacao logo cedo, nos equipamos e partimos para Kaikoura. Estava um tempo frio e nublado, totalmente propicio ao...sono! Dormimos, pra variar, a viagem inteira. O onibus possuia poltronas normais, nao aquelas que nos deixam com torcicolo. Foram apenas 2:30h de viagem e chegamos.
Kaikoura e' muito conhecida por serem encontradas, em sua costa, durante boa parte do ano, diversas especies marinhas, principalmente baleias. E foram elas que fomos ver. Com o tempo nublado e meio chuvoso sabiamos que seria mais dificil de encontra-las, mas embarcamos assim mesmo e fomos para o mar. Nao muito longe da praia, existe um canion submerso e e' la que elas sao encontradas. O passeio foi muito legal, absorvemos bastante informacoes de nossa guia, vimos apenas duas baleias e passamos um frio animal! Quando achavamos uma baleia, saiamos para o deck e ai, tinha que aguentar o vento (e certa hora, a chuva). Foram apenas duas baleias mas ja estava bom, estava morrendo de vontade de voltar pro albergue e tomar aquela ducha quente.
Retornamos, tomei minha ducha e fomos almocar. Rolou uma lasanha requintada e eu pedi uma torta de carne com KYDNEY. Pergunta se eu sei o que e' isso. Quase nao consegui comer a torta! Gosto horrivel!
Cidade pequena, nao ha o que fazer! Apos o almoco, internet. Apos a net, jantar: pizza. Mas nao era qualquer pizza, novamente pedimos algo que nao sabiamos o que era e comemos uma pizza de presunto, queijo e um mato la, que eu nao sei qual e', nem qual e' o nome. No comeco foi dificil, mas depois desceu tranquila.
Apos a pizza, se alguem ainda tem alguma duvida, fomos dormir!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Top 3 - Os Piores!
Albergue
1 - Eagles Nest Backpackers, em Hamilton;
2 - Bekernhorff, em Taupo;
3 - Lamrock Backpackers, em Bondi Beach.
Prato
1 - Torta de carne, em Sydney, parecia com manicoba e tinha gosto de carne de charque, devia estar vencida;
2 - Um almoco em Surfers Paradise, pagamos baratissimo, mas praticamente nao havia carne;
3 - Outro alomoco, dessa vez em Christchurch. De frango, no arroz, talvez houvesse apenas o caldo.
Noite
1 - Todas as de Surfers Paradise;
2 - O pernoite em Taupo.
Tour
1 - A fabrica de artigos de la, em Napier;
2 - A fabrica de vinho, em Napier;
3 - O Zoologico de Auckland.
Cidade
1 - Surfers Paradise
2 - Taupo
3 - Auckland
Sanduba
1 - Subway, um de porco que pedimos sem saber que era porco;
2 - O primeiro kebab que comemos em Auckland;
3 - O lanche Spicy, que o Mota pediu no Burguer King.
Cerveja
1 - The Bedroom, em Surfers Paradise, custou $7,50.
Snacks
1 - Batata sabor sal e vinagre, comprada pelo Mota em Hot Water Beach;
2 - Achocolatados em geral, parecem ter sido diluidos em agua;
3 - Nachos mexicanos, pimenta pura.
Companiha Aerea
1 - Aerolineas Argentinas. Sempre atrasa, tanto o horario do voo quanto a decolagem. Alem disso, existe uma certa ma vontade quando e' necessario alterar um voo.
1 - Eagles Nest Backpackers, em Hamilton;
2 - Bekernhorff, em Taupo;
3 - Lamrock Backpackers, em Bondi Beach.
Prato
1 - Torta de carne, em Sydney, parecia com manicoba e tinha gosto de carne de charque, devia estar vencida;
2 - Um almoco em Surfers Paradise, pagamos baratissimo, mas praticamente nao havia carne;
3 - Outro alomoco, dessa vez em Christchurch. De frango, no arroz, talvez houvesse apenas o caldo.
Noite
1 - Todas as de Surfers Paradise;
2 - O pernoite em Taupo.
Tour
1 - A fabrica de artigos de la, em Napier;
2 - A fabrica de vinho, em Napier;
3 - O Zoologico de Auckland.
Cidade
1 - Surfers Paradise
2 - Taupo
3 - Auckland
Sanduba
1 - Subway, um de porco que pedimos sem saber que era porco;
2 - O primeiro kebab que comemos em Auckland;
3 - O lanche Spicy, que o Mota pediu no Burguer King.
Cerveja
1 - The Bedroom, em Surfers Paradise, custou $7,50.
Snacks
1 - Batata sabor sal e vinagre, comprada pelo Mota em Hot Water Beach;
2 - Achocolatados em geral, parecem ter sido diluidos em agua;
3 - Nachos mexicanos, pimenta pura.
Companiha Aerea
1 - Aerolineas Argentinas. Sempre atrasa, tanto o horario do voo quanto a decolagem. Alem disso, existe uma certa ma vontade quando e' necessario alterar um voo.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Dia 19/12 - Soneca full!
Deixamos Queenstown bem cedo e partimos para Christchurch. Viagem normal, aquela poltrona sacana, que nos forca a usar os agasalhos como travesseiros, muito sono, poucas paradas (mas essenciais) e muita estrada.
7:30h depois chegamos a Christchurch. Ja tinhamos o bizu do Stonehurst Hostel, fomos la, nos hospedamos e comecamos a bater perna pela cidade. Paramos para comer num restaurante chines vazio. Restaurante vazio, bom sinal nao e'! Pois bem, pedimos um prato que so veio arroz, cebola e batata cozida. O frango, se tinha, tava no molho. Pediu, pagou, agora come!
Depois da maravilhosa refeicao, fomos conhecer os Jardins Botanicos, a Catedral e o rio Avon. Sem mais o que fazer, so nos restou voltar para o albergue e dormir. Soneca full!
7:30h depois chegamos a Christchurch. Ja tinhamos o bizu do Stonehurst Hostel, fomos la, nos hospedamos e comecamos a bater perna pela cidade. Paramos para comer num restaurante chines vazio. Restaurante vazio, bom sinal nao e'! Pois bem, pedimos um prato que so veio arroz, cebola e batata cozida. O frango, se tinha, tava no molho. Pediu, pagou, agora come!
Depois da maravilhosa refeicao, fomos conhecer os Jardins Botanicos, a Catedral e o rio Avon. Sem mais o que fazer, so nos restou voltar para o albergue e dormir. Soneca full!
Dia 18/12 - O dia do Bungy Jump
Acordamos ansiosos, e' o dia do bungy! Nos preparamos rapidamente, fizemos um lanche no mercadinho perto do hostel e ficamos aguardando o onibus que iria nos levar para Kawarau Bridge, o primeiro ponto oficial de Bungy Jump do mundo. Ja no deslocamento, percebia-se uma tensao nos passageiros, alguns pagando misterio, outros ouvindo, meio assustados, eu e Mota sem prestar atencao, ou seja, nao entendendo nada, e por isso mesmo, tranquilos! Algum tempo depois, chegamos a Kawarau, o cenario era muito bacana. A visao da ponte era algo empolgante. Dentro da estacao de salto rolava uma energia muito boa das atendentes, vibracoes bem positivas e estimulantes. Tudo fazia a ansiedade aumentar, queria saltar logo! Fizemos o check in (peso, pagamento, etc.) e fomos para a ponte. Isso mesmo, nao rola nem brifim, nem conversa, nada. Pagou, pulou! Ta contigo! O Mota saltou primeiro e eu fiquei filmando o salto dele. Foi muito legal! Quando alguem saltava, os espectadores vibravam junto, gritavam junto, batiam palmas, era realmente uma comemoracao. Enquanto aguardava o Mota ser retirado do elastico, conversei com o primeiro saltador, aquele que tava pagando misterio no onibus, e perguntei por que ele nao quis tocar na agua. A resposta foi que nao estavam deixando tocar na agua devido a correnteza do rio estar muito forte. De imediato resolvi filmar o meu salto. Quando o Mota chegou, passei minha mochila pra ele e pedi ajuda para amarrar minha maquina na minha mao. Tudo pronto, fui pra fila, que ja estava no fim. La na ponte rolou aquele pensamento, "pra que saltar?" Mas o Mota ja havia saltado, antes dele uma galera, a pessoa da minha frente era uma garotinha, a primeira coisa que pensei em fazer ao decidir vir pra ca foi saltar, agora "eu vou amarelar?" Fala serio! A garotinha saltou e comecaram os procedimentos de amarracao em mim e a filmagem. Quando pronto, pra plataforma. Pes amarrados ao cabo, camera amarrada a mao e ... piscando! Cheguei a plataforma, olhei pra baixo e pensei: "o que e' que eu to fazendo aqui?" Ja era! Um abraco! Agora so tem um caminho, o da agua! Como nao tinha mais o que fazer mesmo, o jeito foi saltar. Saltei! Ate antes do salto, eu achava que o pior momento era saltar, mas agora sei que o pior momento e' a queda, aquela aceleracao em direcao ao rio. Da pra ver a cara de panico no video! Mas e' tudo muito rapido, quando voce percebe ja esta sendo puxado pelo elastico. Essa e' a parte maneira, voce sabe que esta seguro. A partir dai da pra relaxar e curtir. Bungy Jump? Eu recomendo! Nao precisa vir pra Nova Zelandia pra fazer, mas ao menos uma vez na vida tem que rolar! Nem que seja so uma! Saos e salvos, fomos buscar nossas camisas e ver as filmagens que eles fizeram. Ficaram tao legais, que decidimos comprar o DVD. Olha ai, mais um gasto nao previsto no orcamento! Ta valendo!
Voltamos para Queenstown, comemos e alugamos duas bikes para fazer algumas trilhas proximas ao lago Wakatipu. Ainda na loja, mostramos nossas intencoes para a garota que alugava as bikes e ela nos disse que algumas trilhas eram faceis, outras medias e que iamos chegar numa area tida como playground para mountain bikers. Agradecemos os bizus e partimos. As trilhas ditas faceis, sao percorridas pela galera que faz down e up hill, com equipamentos e bicicletas apropriadas! Carregamos mais as bikes do que o contrario quando chegamos nas trilhas medias e o Mota partiu a corrente, no "playground". Que playground e' esse? Constante possibilidade de rolar barranco abaixo se errar uma curva, curvas fechadissimas, pontes longas e estreitas, rampas, arvores e mais arvores, galhos e mais galhos, tombos e mais tombos. E o pior foi descobrir, depois de algumas derrapagens e quase quedas, que os freios tambem sao na "mao inglesa", o freio dianteiro e' na direita, o inverso do que estamos acostumados. Parei para pensar um pouco e percebi que os neo-zelandeses sao loucos, e nos, sem nocao! Nos vemos as informacoes e perguntamos: "da pra ir?" "O que voce acha disso...?" "Como chegamos la?" Eles, por sua vez, nos dao as informacoes necessarias, so nao dizem o tamanho da furada em que estamos nos metendo.
Com a corrente quebrada, acabou a brincadeira (ainda bem que a corrente quebrou antes da gente). Saimos do "playground suicida" utilizando a bussola novinha que o Mota acabara de comprar. Ela e' tao bacana, que tem escrito no seu limbo "TRY ME TRY ME". Chegamos a estrada. E agora, como se volta sem corrente? O jeito foi improvisar um cabo de reboque com a camara de ar reserva e a correia da capa da maquina fotografica. Deu certo! Na descida o Mota desconectava a bike dele e partia na frente, quando comecava a subida, antes de ele parar, eu passava o camara pra ele e comecava a reboca-lo. Demoramos um pouco, mas retornamos para a loja. Consertamos a corrente e fomos para o outro lado do lago, agora sim, num caminho mais tranquilo, mais urbanizado, etc. Depios de muito pedalar, paramos para descansar um pouco, fizemos um lanche e retornamos. Ouh cidade que nao chega! Ja nao estava mais aguentando as pernas. Foram quase quatro horas de pedalada. Bikes devolvidas, fui tomar um banho e o Mota foi curtir o visual da cidade de cima. Pegou a gondola e subiu o morro. Depois nos encontramos no Fergburg e tivemos a recompensa merecida. Aquele lanche e' fenomenal!
Voltamos para Queenstown, comemos e alugamos duas bikes para fazer algumas trilhas proximas ao lago Wakatipu. Ainda na loja, mostramos nossas intencoes para a garota que alugava as bikes e ela nos disse que algumas trilhas eram faceis, outras medias e que iamos chegar numa area tida como playground para mountain bikers. Agradecemos os bizus e partimos. As trilhas ditas faceis, sao percorridas pela galera que faz down e up hill, com equipamentos e bicicletas apropriadas! Carregamos mais as bikes do que o contrario quando chegamos nas trilhas medias e o Mota partiu a corrente, no "playground". Que playground e' esse? Constante possibilidade de rolar barranco abaixo se errar uma curva, curvas fechadissimas, pontes longas e estreitas, rampas, arvores e mais arvores, galhos e mais galhos, tombos e mais tombos. E o pior foi descobrir, depois de algumas derrapagens e quase quedas, que os freios tambem sao na "mao inglesa", o freio dianteiro e' na direita, o inverso do que estamos acostumados. Parei para pensar um pouco e percebi que os neo-zelandeses sao loucos, e nos, sem nocao! Nos vemos as informacoes e perguntamos: "da pra ir?" "O que voce acha disso...?" "Como chegamos la?" Eles, por sua vez, nos dao as informacoes necessarias, so nao dizem o tamanho da furada em que estamos nos metendo.
Com a corrente quebrada, acabou a brincadeira (ainda bem que a corrente quebrou antes da gente). Saimos do "playground suicida" utilizando a bussola novinha que o Mota acabara de comprar. Ela e' tao bacana, que tem escrito no seu limbo "TRY ME TRY ME". Chegamos a estrada. E agora, como se volta sem corrente? O jeito foi improvisar um cabo de reboque com a camara de ar reserva e a correia da capa da maquina fotografica. Deu certo! Na descida o Mota desconectava a bike dele e partia na frente, quando comecava a subida, antes de ele parar, eu passava o camara pra ele e comecava a reboca-lo. Demoramos um pouco, mas retornamos para a loja. Consertamos a corrente e fomos para o outro lado do lago, agora sim, num caminho mais tranquilo, mais urbanizado, etc. Depios de muito pedalar, paramos para descansar um pouco, fizemos um lanche e retornamos. Ouh cidade que nao chega! Ja nao estava mais aguentando as pernas. Foram quase quatro horas de pedalada. Bikes devolvidas, fui tomar um banho e o Mota foi curtir o visual da cidade de cima. Pegou a gondola e subiu o morro. Depois nos encontramos no Fergburg e tivemos a recompensa merecida. Aquele lanche e' fenomenal!
Dia 17/12 - Como e' dificil viajar de aviao!
Fomos acordados mais cedo do que esperavamos devido ao barulho que as garotas que estavam no quarto fizeram enquanto arrumavam suas mochilas. E' impressionante como as mulheres conseguem fazer uma bagunca descomunal utilizando apenas os itens que existem em suas bagagens. Quando chegamos, nao tinha lugar onde por a mochila, o chao estava todo ocupado! Tive que dar uma pequena arrumada nas coisas de alguem pra conseguir colocar minha mochila no chao. Hoje, apos todas as mulheres do quarto terem partido, quanto espaco! Impressionante!
Fomos ao aeroporto e fizemos o check in de imediato. Um check in eletronico, muito simples e rapido. O proximo passo foi agendar o passeio com as baleias, na quinta. Feito! Agora e' so embarcar, so isso!
Pois bem, eu nao consegui! O cara do raio-x achou que o bumerangue que eu trouxe da Australia era uma arma em potencial, mandou-me despacha-lo no check in. La vou eu novamente para o check in. Despachei o bumerangue como mercadoria fragil, mas algo me dizia que aquela seria a ultima vez que o viria inteiro.
Passada a burocracia, embarcamos e fomos dormir. Acordamos apenas para o lanchinho, mas este nao era free! Resultado, nao quis nada porque estava "sem fome" e o Mota ficou satisfeito apenas com o cafe com leite free.
Conforme previu a meteorologia, tempo nublado na ilha sul. Descemos abaixo da camada e ja nos encontramos dentro de um vale. Queenstown e' uma cidade as margens do lago Wakatipu e rodeada de montanhas, uma paisagem muito bonita.
Ja no desembarque sentimos o clima frio, e este foi o mais frio da viagem ate agora! Ainda no aeroporto, coletamos mais informacoes sobre a regiao e decidimos alugar um carro, principalmente para visitar as locacoes onde foram gravadas algumas cenas do filme O Senhor dos Aneis. Desistimos. Um carro basicao, com seguro, sairia por $90! Infelizmente nao vai dar para ir ate "Isengard".
Pegamos o onibus para a cidade, nos alojamos no Resort Lodge Backpackers Hostel e fomos agendar o Bungy para amanha, as 9h. Circulamos um pouco no frio, procurando um lugar para comer, mas acabamos morrendo no Pizza Hut mesmo. Alimentados, circulamos pelas lojinhas do centro para passar o tempo.
Queenstown e' realmente a capital mundial dos esportes de aventura. A cidade nao tem nada para se fazer, a nao ser um milhao de possibilidades de colocar a vida em risco em troca de adrenalina e/ou lindas paisagens. Sua renda vem dos esportes e do turismo (por causa das paisagens e dos esportes) e, por isso, existe uma rotatividade muito grande de pessoas. O centro comercial, por si so, parece mais um vilarejo, de tao pequeno!
Depois de cruzarmos com muitos brasileiros, retornamos ao albergue e conhecemos um neo-zelandes, que chegou no nosso quarto e foi logo perguntando onde iriamos beber a noite. Ao saber que eramos brasileiros, pronunciou uma meia duzia de palavras em portugues e falou saudosamente do Brasil (ele passou um mes la, no ano passado).
O Mota foi tomar banho, com seu xampu Jhonson, que custou $7,90, aquele que nao arde no olho, sabe? Pois e', ele pagou pra ver e constatou que a propaganda e' enganosa e arde no olho sim. Entao mamaes, tenham mais cuidado ao dar banho nos seus filhotes!! Nao acreditem na propaganda!
Um detalhe sobre o chuveiro deste albergue: ele tem um temporizador que libera a agua quente por um periodo x e avisa um minuto antes de a agua quente acabar. O detalhe deste aviso e' que ele corta a agua quente momentaneamente. Entao, ta la o camarada tranquilo, no seu banhinho quentinho e, de repente, vem aquele jato de agua gelada nas costas dele, so pra ficar arisco.
A noite, demos uma volta com o nosso amigo kiwi para tomar umas cervejas e trocar uma ideia. Quase me decidi em largar tudo e vir voar por aqui! Em tempos anteriores, acho que teria feito isso!
Apos as cervejas, para acalmar a fome, fomos conhecer o sanduba do Fergburguer. Fenomenal! E o detalhe, tinha um aquecedor fabuloso para a galera que comia do lado de fora da lanchonete.
Quanto ao bumerangue? Chegou quebrado, ou voces ja nao sabiam disso?
Fomos ao aeroporto e fizemos o check in de imediato. Um check in eletronico, muito simples e rapido. O proximo passo foi agendar o passeio com as baleias, na quinta. Feito! Agora e' so embarcar, so isso!
Pois bem, eu nao consegui! O cara do raio-x achou que o bumerangue que eu trouxe da Australia era uma arma em potencial, mandou-me despacha-lo no check in. La vou eu novamente para o check in. Despachei o bumerangue como mercadoria fragil, mas algo me dizia que aquela seria a ultima vez que o viria inteiro.
Passada a burocracia, embarcamos e fomos dormir. Acordamos apenas para o lanchinho, mas este nao era free! Resultado, nao quis nada porque estava "sem fome" e o Mota ficou satisfeito apenas com o cafe com leite free.
Conforme previu a meteorologia, tempo nublado na ilha sul. Descemos abaixo da camada e ja nos encontramos dentro de um vale. Queenstown e' uma cidade as margens do lago Wakatipu e rodeada de montanhas, uma paisagem muito bonita.
Ja no desembarque sentimos o clima frio, e este foi o mais frio da viagem ate agora! Ainda no aeroporto, coletamos mais informacoes sobre a regiao e decidimos alugar um carro, principalmente para visitar as locacoes onde foram gravadas algumas cenas do filme O Senhor dos Aneis. Desistimos. Um carro basicao, com seguro, sairia por $90! Infelizmente nao vai dar para ir ate "Isengard".
Pegamos o onibus para a cidade, nos alojamos no Resort Lodge Backpackers Hostel e fomos agendar o Bungy para amanha, as 9h. Circulamos um pouco no frio, procurando um lugar para comer, mas acabamos morrendo no Pizza Hut mesmo. Alimentados, circulamos pelas lojinhas do centro para passar o tempo.
Queenstown e' realmente a capital mundial dos esportes de aventura. A cidade nao tem nada para se fazer, a nao ser um milhao de possibilidades de colocar a vida em risco em troca de adrenalina e/ou lindas paisagens. Sua renda vem dos esportes e do turismo (por causa das paisagens e dos esportes) e, por isso, existe uma rotatividade muito grande de pessoas. O centro comercial, por si so, parece mais um vilarejo, de tao pequeno!
Depois de cruzarmos com muitos brasileiros, retornamos ao albergue e conhecemos um neo-zelandes, que chegou no nosso quarto e foi logo perguntando onde iriamos beber a noite. Ao saber que eramos brasileiros, pronunciou uma meia duzia de palavras em portugues e falou saudosamente do Brasil (ele passou um mes la, no ano passado).
O Mota foi tomar banho, com seu xampu Jhonson, que custou $7,90, aquele que nao arde no olho, sabe? Pois e', ele pagou pra ver e constatou que a propaganda e' enganosa e arde no olho sim. Entao mamaes, tenham mais cuidado ao dar banho nos seus filhotes!! Nao acreditem na propaganda!
Um detalhe sobre o chuveiro deste albergue: ele tem um temporizador que libera a agua quente por um periodo x e avisa um minuto antes de a agua quente acabar. O detalhe deste aviso e' que ele corta a agua quente momentaneamente. Entao, ta la o camarada tranquilo, no seu banhinho quentinho e, de repente, vem aquele jato de agua gelada nas costas dele, so pra ficar arisco.
A noite, demos uma volta com o nosso amigo kiwi para tomar umas cervejas e trocar uma ideia. Quase me decidi em largar tudo e vir voar por aqui! Em tempos anteriores, acho que teria feito isso!
Apos as cervejas, para acalmar a fome, fomos conhecer o sanduba do Fergburguer. Fenomenal! E o detalhe, tinha um aquecedor fabuloso para a galera que comia do lado de fora da lanchonete.
Quanto ao bumerangue? Chegou quebrado, ou voces ja nao sabiam disso?
Dia 16/12 - Viagem de ferias - Parte III - Nova Zelandia again!!!
Acordamos ja bem proximo da Sydney Harbour Bridge. Estava um tempo nublado, um dia frio e feio. Desembarcamos na Central, pegamos o metro (pela pequena bagatela de $13,80) e fomos para o aeroporto. No aeroporto, comemos e adiantamos o nosso check in. Fizemos tudo conforme o previsto: os itens embalados no saco Zipo, cartao da imigracao preenchido, perguntamos sobre a taxa de embarque (ja estava inclusa no valor da passagem). Tudo certo, estamos ficando espertos! Que nada, dessa vez o cara confiscou o meu xampu. Falou que nao podia embarcar com mais de 100ml (a embalagem era de 250ml). Nao tinha nem metade do frasco, mas ele nao quis nem saber e confiscou o xampu. So nao confiscou o perfume tambem, porque nao tinha a quantidade impressa no vidro. Passada a burocracia, free shop, para gastar os ultimos dolares australianos. 
O voo foi tranquilo, saimos com um pequeno atraso de uma hora (essa Aerolineas...), mas tudo transcorreu tranquilamente. Novamente muitos brazucas no aviao, desta vez a galera estava vindo passar o fim-de-ano em casa. Pra relaxar um pouco, rolou Os Simpsons (o filme) e demos boas risadas do Hommer. O Mota, que ja havia assitido o filme, resolvera ve-lo em espanhol e nao se aguentava toda vez que o Hommer mandava um "HOMBRE!"
Tres horas depois, New Zealand again!
Ao desembarcar do aviao percebi que havia algo errado com minha mochila... o perfume tinha derramado muito, mas muito mesmo. Fiquei puto e joguei-o fora! E' o segundo que perco em um mes, desisto, nao compro mais dele! Pegamos, entao, o onibus para o centro de Auckland e ficamos surpresos com o motorista, ele nos cobrou o preco de backpacker sem termos o cartao! Eles estao conseguindo se redimir da primeira impressao.
Em Auckland, Fat Camel, again. Nos instalamos, o Mota foi comprar um xampu (ele estava filando o meu durante a viagem inteira) e depois resolvemos comer algo. Achamos um iskender ao lado do albergue (novamente o iskender mostrou o seu valor). Regressamos e fomos para a net. Antes de dormir, a maquina de agua levou novamente algumas moedas, dessa vez nao foram as minhas, foram as do Mota (eu ja estou esperto com elas).
O voo foi tranquilo, saimos com um pequeno atraso de uma hora (essa Aerolineas...), mas tudo transcorreu tranquilamente. Novamente muitos brazucas no aviao, desta vez a galera estava vindo passar o fim-de-ano em casa. Pra relaxar um pouco, rolou Os Simpsons (o filme) e demos boas risadas do Hommer. O Mota, que ja havia assitido o filme, resolvera ve-lo em espanhol e nao se aguentava toda vez que o Hommer mandava um "HOMBRE!"
Tres horas depois, New Zealand again!
Ao desembarcar do aviao percebi que havia algo errado com minha mochila... o perfume tinha derramado muito, mas muito mesmo. Fiquei puto e joguei-o fora! E' o segundo que perco em um mes, desisto, nao compro mais dele! Pegamos, entao, o onibus para o centro de Auckland e ficamos surpresos com o motorista, ele nos cobrou o preco de backpacker sem termos o cartao! Eles estao conseguindo se redimir da primeira impressao.
Em Auckland, Fat Camel, again. Nos instalamos, o Mota foi comprar um xampu (ele estava filando o meu durante a viagem inteira) e depois resolvemos comer algo. Achamos um iskender ao lado do albergue (novamente o iskender mostrou o seu valor). Regressamos e fomos para a net. Antes de dormir, a maquina de agua levou novamente algumas moedas, dessa vez nao foram as minhas, foram as do Mota (eu ja estou esperto com elas).
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Dia 15/12 - O inicio da trilogia
Hoje comeca a saga dos tres dias de viagem... O primeiro sera o nosso regresso para Sydney, de onibus; o segundo, o translado de Sydney para Auckland e o terceiro, a viagem de Auckland para Queenstown.
De malas prontas, seguimos para o terminal. Fizemos as reservas dos proximos dias e aguardamos o horario do nosso onibus. Embarcamos, nos acomodamos e ficamos tentando dormir um pouco, pois a viagem seria bem longa (umas 12 horas). Quando digo tentando, e' porque a poltrona do onibus era horrivel, creio que adequada para aqueles travesseiros que se encaixam ao pescoco. Pra quem tem o travesseiro, e' excelente, e pra quem nao tem? Penamos um tempao ate pegarmos o bizu do cara ao lado e utilizarmos o agasalho como travesseiro. Por que nao pensamos nisso antes? Dai pra frente foram horas de sono, um sono sem fim, que so era interrompido nas paradas, para comer (foram essenciais). O Mota ficou "sacaneando" o coitado do motorista: era um gordinho, usando sapato social, meia soquete branca ate proximo do joelho, bermuda e camisa social. "Parece personagem de filme, aquele motorista enrolado, levando a criancada pra escola", diz o Mota.
Depois de algum tempo, chegamos a uma cidade que nos pareceu familiar... "sera que e' Byron?" Era Byron! Tivemos a oportunidade de nos despedirmos de vez de Byron Bay. Pudemos sentir novamente aquele clima relax da galera, todo mundo bem tranquilo, de chinelo, sem preocupacoes, sem estresse... Foi legal.
Depois de Byron, muita estrada e muito sono!
De malas prontas, seguimos para o terminal. Fizemos as reservas dos proximos dias e aguardamos o horario do nosso onibus. Embarcamos, nos acomodamos e ficamos tentando dormir um pouco, pois a viagem seria bem longa (umas 12 horas). Quando digo tentando, e' porque a poltrona do onibus era horrivel, creio que adequada para aqueles travesseiros que se encaixam ao pescoco. Pra quem tem o travesseiro, e' excelente, e pra quem nao tem? Penamos um tempao ate pegarmos o bizu do cara ao lado e utilizarmos o agasalho como travesseiro. Por que nao pensamos nisso antes? Dai pra frente foram horas de sono, um sono sem fim, que so era interrompido nas paradas, para comer (foram essenciais). O Mota ficou "sacaneando" o coitado do motorista: era um gordinho, usando sapato social, meia soquete branca ate proximo do joelho, bermuda e camisa social. "Parece personagem de filme, aquele motorista enrolado, levando a criancada pra escola", diz o Mota.
Depois de algum tempo, chegamos a uma cidade que nos pareceu familiar... "sera que e' Byron?" Era Byron! Tivemos a oportunidade de nos despedirmos de vez de Byron Bay. Pudemos sentir novamente aquele clima relax da galera, todo mundo bem tranquilo, de chinelo, sem preocupacoes, sem estresse... Foi legal.
Depois de Byron, muita estrada e muito sono!
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Nota aos leitores
Venho, encarecidamente, pedir desculpas aqueles que tem acompanhado assiduamente nossa viagem. Desculpo-me pelos ultimos textos, curtos e pouco empolgantes. Tal fato se manifestou devido a nossa viagem ter passado por momentos de calmaria, somado a falta de estimulo por achar que ninguem estava lendo o que estava sendo escrito. Agora, que retornamos a Nova Zelandia (nossa viagem ficara agitada novamente) e que recebi alguns comentarios sobre nossas peripecias, prometo redigir novamente textos efusivos, na tentativa de mante-los acordados na frente dos seus micros.
Obrigado pela compreensao.
Obrigado pela compreensao.
domingo, 16 de dezembro de 2007
Top 3 - Os melhores!
Albergue
1 - Wellywood, em Wellington;
2 - Holiday Village Backpackers, em Byron Bay;
3 - Fat Camel, em Auckland.
Atendimento
1 - Cheeky Monkey's, em Byron Bay;
2 - Melbas, em Surfers Paradise;
3 - Pig & Whistle, em Rotorua.
Prato
1 - Lasanha do Cheeky Monkey's, apenas $3;
2 - Iskender, em Napier;
3 - Bifao do Blacksmith, em Whitianga, apenas $10.
Dia
1 - Tongariro National Park;
2 - Byron Bay, os dois primeiros;
3 - Wellington, o dia que deu praia.
Noite
1 - Cheeky Monkey's, na segunda-feira;
2 - Cheeky Monkey's, na terca-feira;
3 - The Lava Bar, em Rotorua, na quinta-feira.
Viagem
1 - Tongariro National Park, belas paisagens e a busca incessante pelas montanhas;
2 - Coromandel, litoral cheio de curvas e belezas;
3 - Trem para Byron Bay, foi cansativa mas engracada.
Tour
1 - The Black Water Rafting, em Waitomo Caves;
2 - Wai-O-Tapu, proximo a Rotorua;
3 - Whakarewarewa, em Rotorua/Oz-Trek, em Sydney.
Paisagem
1 - Tongariro National Park;
2 - Huka Falls, proximo a Taupo;
3 - Cathedral Cove, proximo a Whitianga.
Cidade
1 - Byron Bay
2 - Sydney
3 - Rotorua
Causo
1 - O alemao xingando o ronco da garota e os meus peidos;
2 - A tentativa dos argentinos de confiscar meu perfume recem comprado e os desodorantes do Mota (ele so usa daquele tipo);
3 - As informacoes passadas pelo cara do albergue no Tongariro National Park;
Sanduba
1 - Fergburguer, em Queenstown;
2 - Ronie's Breakfast, em Rotorua;
3 - Byron's Corner, em Byron Bay.
Cerveja
1 - Pig & Whistle, em Rotorua, a primeira foi free;
2 - Melbas, em Surfers Paradise, $3,50;
3 - Cheeky Monkey's, $3,50 ate as 22h.
1 - Wellywood, em Wellington;
2 - Holiday Village Backpackers, em Byron Bay;
3 - Fat Camel, em Auckland.
Atendimento
1 - Cheeky Monkey's, em Byron Bay;
2 - Melbas, em Surfers Paradise;
3 - Pig & Whistle, em Rotorua.
Prato
1 - Lasanha do Cheeky Monkey's, apenas $3;
2 - Iskender, em Napier;
3 - Bifao do Blacksmith, em Whitianga, apenas $10.
Dia
1 - Tongariro National Park;
2 - Byron Bay, os dois primeiros;
3 - Wellington, o dia que deu praia.
Noite
1 - Cheeky Monkey's, na segunda-feira;
2 - Cheeky Monkey's, na terca-feira;
3 - The Lava Bar, em Rotorua, na quinta-feira.
Viagem
1 - Tongariro National Park, belas paisagens e a busca incessante pelas montanhas;
2 - Coromandel, litoral cheio de curvas e belezas;
3 - Trem para Byron Bay, foi cansativa mas engracada.
Tour
1 - The Black Water Rafting, em Waitomo Caves;
2 - Wai-O-Tapu, proximo a Rotorua;
3 - Whakarewarewa, em Rotorua/Oz-Trek, em Sydney.
Paisagem
1 - Tongariro National Park;
2 - Huka Falls, proximo a Taupo;
3 - Cathedral Cove, proximo a Whitianga.

Cidade
1 - Byron Bay
2 - Sydney
3 - Rotorua
Causo
1 - O alemao xingando o ronco da garota e os meus peidos;
2 - A tentativa dos argentinos de confiscar meu perfume recem comprado e os desodorantes do Mota (ele so usa daquele tipo);
3 - As informacoes passadas pelo cara do albergue no Tongariro National Park;
Sanduba
1 - Fergburguer, em Queenstown;
2 - Ronie's Breakfast, em Rotorua;
3 - Byron's Corner, em Byron Bay.
Cerveja
1 - Pig & Whistle, em Rotorua, a primeira foi free;
2 - Melbas, em Surfers Paradise, $3,50;
3 - Cheeky Monkey's, $3,50 ate as 22h.
sábado, 15 de dezembro de 2007
Dia 14/12 - A noite da porrada!
Em Surfers, sem nada para fazer e com a grana curta, so nos restou planejar o restante da viagem e ajustar as fotos no pen drive/CD. Foram um total de 4 horas no cyber (pagamos apenas $6), tentando encaixar os horarios do que queriamos fazer com os dos onibus. Dentre as atividades e lugares, priorizamos o Bungy Jump em Queenstown, no dia 18; o pernoite em Christchurch, no dia 19; o passeio com as baleias, no dia 20, e o aluguel dos caiaques no Abel Tasman Park, no dia 22. Infelizmente nao conseguiremos visitar as geleiras, pois os horarios de onibus sao muito deficientes (so tem um onibus por dia) e nosso tempo agora sera muito curto. Depois so nos restou andar pelas ruas, comer e voltar para o albergue. Foi um dia chato, realmente! 
A noite, nada pra fazer, fomos novamente circular pelo buchicho. Desde que saimos do albergue, pudemos observar varios grupos de marmanjos fazendo algazarra pelas ruas. No centro social, varios policiais circulando, coisa que nao vimos na noite anterior. Muita gente pelas ruas, a maioria dos lugares pagando entrada, tudo tranquilo ate o momento em que vimos um cara, do nada, dando uma porrada em outro que estava passando com compras! O que era aquilo? O que estava acontecendo? Ninguem entendeu nada!
Continuamos com nossa peregrinacao. Entramos no The Bedroom, unico lugar free ate as 23h, mas nao estava legal. Resolvemos partir. No regresso para o albergue, mais uma briga. Um cara metido a forte tomando porrada do magrinho, depois os amigos do fortao entraram na porrada e ate uma galera que estava so olhando aquilo comecou a brigar. Resolvemos ir embora antes que chegasse a nossa vez. Ficamos na proxima, ou na grade, como dizem os paraenses!
A noite, nada pra fazer, fomos novamente circular pelo buchicho. Desde que saimos do albergue, pudemos observar varios grupos de marmanjos fazendo algazarra pelas ruas. No centro social, varios policiais circulando, coisa que nao vimos na noite anterior. Muita gente pelas ruas, a maioria dos lugares pagando entrada, tudo tranquilo ate o momento em que vimos um cara, do nada, dando uma porrada em outro que estava passando com compras! O que era aquilo? O que estava acontecendo? Ninguem entendeu nada!
Continuamos com nossa peregrinacao. Entramos no The Bedroom, unico lugar free ate as 23h, mas nao estava legal. Resolvemos partir. No regresso para o albergue, mais uma briga. Um cara metido a forte tomando porrada do magrinho, depois os amigos do fortao entraram na porrada e ate uma galera que estava so olhando aquilo comecou a brigar. Resolvemos ir embora antes que chegasse a nossa vez. Ficamos na proxima, ou na grade, como dizem os paraenses!
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Dia 13/12 - So nos resta o vermelho agora!
Hoje e' o dia de partimos para Surfers Paradise. Demos adeus para nossos amigos ingleses e franceses, compramos as passagens e partimos, de van. Que luxo!
Em Surfers, compramos as passagens de regresso para Sydney. Agora tinhamos a real nocao do nosso capital. So nos restava o vermelho! Contabilizando o que temos com os dias que nos restam percebemos que o dinheiro nao vai dar!
Nosso albergue ja estava reservado e foram nos apanhar na estacao. Nos instalamos e fomos bater perna pela cidade. Cidade com cara de cidade grande, cheia de predios e carros, grandes distancias, etc., nada parecida com Byron. Sentimos o impacto da "cidade grande" de imediato, nao esperavamos por isso.
Almocamos no Search & Rescue, o que parecia ser bizu: $5,95 com direito a refri! O que eles nao avisaram e' que quase nao vinha carne no prato. Tambem, nesse preco, queria o que? Rodando pela cidade, chegamos num cruzamento em que precisamos ficar espertos, pois por varias vezes quase atravessamos com o sinal de pedestres fechado. Isso porque quando o sinal fica verde, ele emite um som caracteristico, mas como, nesse lugar, eles sao bem proximos, nao da pra saber qual esta aberto sem olhar para eles. Um cego aqui iria fadar, sem duvida!
Na praia, muitas ondas, mas ninguem na agua. Por que sera? Acho que o mar nao estava legal.
Pegamos o bizu, em portugues de Portugal, numa informacao que dizia claramente: "Nao entre no mar!"
Sem grana e com saudade do clima de Byron, regressamos para o albergue e fomos lavar roupa. Que programao! A noite, demos uma volta pela cidade e achamos alguns lugares legais, como o The Bedroom e o Melbas, mas nada que nos motivasse, ainda mais que o cheiro de chule e de CC, nestes lugares, estava foda!
Pra nao dar chance pra maquina novamente, resolvi comprar um achocolatado num mercadinho e consegui ter meu troco sem problemas.
Em Surfers, compramos as passagens de regresso para Sydney. Agora tinhamos a real nocao do nosso capital. So nos restava o vermelho! Contabilizando o que temos com os dias que nos restam percebemos que o dinheiro nao vai dar!
Nosso albergue ja estava reservado e foram nos apanhar na estacao. Nos instalamos e fomos bater perna pela cidade. Cidade com cara de cidade grande, cheia de predios e carros, grandes distancias, etc., nada parecida com Byron. Sentimos o impacto da "cidade grande" de imediato, nao esperavamos por isso.
Almocamos no Search & Rescue, o que parecia ser bizu: $5,95 com direito a refri! O que eles nao avisaram e' que quase nao vinha carne no prato. Tambem, nesse preco, queria o que? Rodando pela cidade, chegamos num cruzamento em que precisamos ficar espertos, pois por varias vezes quase atravessamos com o sinal de pedestres fechado. Isso porque quando o sinal fica verde, ele emite um som caracteristico, mas como, nesse lugar, eles sao bem proximos, nao da pra saber qual esta aberto sem olhar para eles. Um cego aqui iria fadar, sem duvida!
Na praia, muitas ondas, mas ninguem na agua. Por que sera? Acho que o mar nao estava legal.
Pegamos o bizu, em portugues de Portugal, numa informacao que dizia claramente: "Nao entre no mar!"
Sem grana e com saudade do clima de Byron, regressamos para o albergue e fomos lavar roupa. Que programao! A noite, demos uma volta pela cidade e achamos alguns lugares legais, como o The Bedroom e o Melbas, mas nada que nos motivasse, ainda mais que o cheiro de chule e de CC, nestes lugares, estava foda!
Pra nao dar chance pra maquina novamente, resolvi comprar um achocolatado num mercadinho e consegui ter meu troco sem problemas.
Dia 12/12 - O dia dos franceses!
Mais um dia que comecou com fado! Estavamos pensando em ir conhecer Nimbin, um reduto hypie e com belas paisagens, mas perdemos a conducao. Sendo assim, so nos restou a praia again. Desta vez rolou surf! Ondas pequenas, de aproximadamente um metro, mas com boas formacoes, vento terral e praia nao muito cheia. Segundo o Mota, "condicoes ideais!" 
O Mota entrou na agua e eu fiquei la, fazendo absolutamente nada, talvez um mergulho rapido, nada mais. Chegou o frances, que nao lembro o nome e foi surfar com o Mota. Pouco tempo depois, chegou o Julian (o frances que fala protugues fluente, do qual falei mal do lanche). Pois e', o cara ja era nosso parceiro! Sentou comigo e ficamos conversando enquanto os dois surfavam. Algum tempo depois comecou a chover e tivemos que abandonar a praia. Sobre o surf, o Mota relatou: "Passei 2 horas direto na agua e so sai porque estava cansado. Era uma onda atras da outra! Tentei retornar ao mar, mas o cansaco foi preponderante. Fica a boa lembranca do bom surf de Byron Bay - Australia!"
O dia continuou chuvoso e sem nada para fazer, pensamos: "por que nao dar uma dormidinha?"
E fizemos isso ate a hora de jantar. Jantamos no Cheeky Monkey's num bizu de comer uma lasanha "adubada" por apenas $3. Era realmente o bizu! Bastava estar na hora exata la e com um voucher distribuido durante a tarde. Enquanto rolava o jantar, o DJ fazia algumas brincadeiras com a galera e dava alguns brindes para os vencedores. Numa dessas brincadeiras, a garota precisava de uma bermuda e veio pedir a do Mota. Apos alguma pilha ele deu a bermuda para ela e ficou de cueca no lugar! Pra variar, eu ri um bocado! Pena que nao haviamos levado a maquina fotografica.
Apos o jantar, albergue novamente, banho e vinho. Era mais economico aquecer no albergue e depois entrar no Cheeky Monkey's. Com a mesma linha de raciocinio, as duas francesas (na realidade era uma francesa e outra belga) daquele mesmo grupo do primeiro dia em Byron, juntaram-se a mim e ficamos bebendo e conversando sobre a viagem enquanto o Mota tomava banho. Todos prontos, Cheeky Monkey's.
Dessa vez o lugar estava um pouco vazio, o DJ nao estava no seu lugar e as musicas nao estavam tao legais. Ficamos por ali, conversando, rindo e dancando ate que chegou o frances que nao lembro o nome com a maior cara de sono. Juntou-se a nos para tomar umas cervejas. Num certo momento, fui buscar as cervejas no bar e a atendente nao quis me vender e me deu um copo d'agua para beber. Nao entendi nada, mas bebi a agua. Ela, entao, continuou sem querer me vender e me mandou para o chuveiro! Por incrivel que pareca, eu estava tranquilo nesse momento, continuei sem entender o porque daquilo! Para nao irmos embora magoados com o lugar, achamos a tao procurada bandeira do Brasil, no meio de outras tantas de tantos paises diferentes!
Antes de dormir, pra nao perder o costume, perdi $2 para a maquina de agua mineral!
O Mota entrou na agua e eu fiquei la, fazendo absolutamente nada, talvez um mergulho rapido, nada mais. Chegou o frances, que nao lembro o nome e foi surfar com o Mota. Pouco tempo depois, chegou o Julian (o frances que fala protugues fluente, do qual falei mal do lanche). Pois e', o cara ja era nosso parceiro! Sentou comigo e ficamos conversando enquanto os dois surfavam. Algum tempo depois comecou a chover e tivemos que abandonar a praia. Sobre o surf, o Mota relatou: "Passei 2 horas direto na agua e so sai porque estava cansado. Era uma onda atras da outra! Tentei retornar ao mar, mas o cansaco foi preponderante. Fica a boa lembranca do bom surf de Byron Bay - Australia!"
O dia continuou chuvoso e sem nada para fazer, pensamos: "por que nao dar uma dormidinha?"
E fizemos isso ate a hora de jantar. Jantamos no Cheeky Monkey's num bizu de comer uma lasanha "adubada" por apenas $3. Era realmente o bizu! Bastava estar na hora exata la e com um voucher distribuido durante a tarde. Enquanto rolava o jantar, o DJ fazia algumas brincadeiras com a galera e dava alguns brindes para os vencedores. Numa dessas brincadeiras, a garota precisava de uma bermuda e veio pedir a do Mota. Apos alguma pilha ele deu a bermuda para ela e ficou de cueca no lugar! Pra variar, eu ri um bocado! Pena que nao haviamos levado a maquina fotografica.
Apos o jantar, albergue novamente, banho e vinho. Era mais economico aquecer no albergue e depois entrar no Cheeky Monkey's. Com a mesma linha de raciocinio, as duas francesas (na realidade era uma francesa e outra belga) daquele mesmo grupo do primeiro dia em Byron, juntaram-se a mim e ficamos bebendo e conversando sobre a viagem enquanto o Mota tomava banho. Todos prontos, Cheeky Monkey's.
Dessa vez o lugar estava um pouco vazio, o DJ nao estava no seu lugar e as musicas nao estavam tao legais. Ficamos por ali, conversando, rindo e dancando ate que chegou o frances que nao lembro o nome com a maior cara de sono. Juntou-se a nos para tomar umas cervejas. Num certo momento, fui buscar as cervejas no bar e a atendente nao quis me vender e me deu um copo d'agua para beber. Nao entendi nada, mas bebi a agua. Ela, entao, continuou sem querer me vender e me mandou para o chuveiro! Por incrivel que pareca, eu estava tranquilo nesse momento, continuei sem entender o porque daquilo! Para nao irmos embora magoados com o lugar, achamos a tao procurada bandeira do Brasil, no meio de outras tantas de tantos paises diferentes!
Antes de dormir, pra nao perder o costume, perdi $2 para a maquina de agua mineral!
Dia 11/12 - O dia dos ingleses!
Comecamos o dia fadando! Haviamos combinado de ir correndo ate o farol para ver o nascer-do-sol, mas devido a hora em que fomos dormir, nao consegui acordar (tambem nao conseguiria correr!). 
O Mota achou uma companhia de mergulho de decidiu gastar uns papeis no fundo do mar ($85 com equipamento incluso). A area de mergulho e' a conhecida Julian Rock's, uma rocha localizada na praia principal. Comentarios do Mota: "Na saida ja se via a bela paisagem da praia, no local, cardumes e mais cardumes de peixes, muitas tartarugas, arraias e tubaroes, mas nada assutador. A visibilidade era de uns 15m e haviam muitos corais por entre os quais podiamos navegar. 40 minutos depois, regressamos. Chegando a praia, ficamos surpresos com um salva-vidas, de jet ski, espantando um tubarao. Aquele sim, parecia assustador! Ok, mergulho registrado na memoria e no Log Book".
Praia novamente, sem ondas novamente, mas dessa vez o Mota conheceu duas brazucas que estavam cursando o 2º grau em Sydney e ficamos conversando por um tempo na praia.
Voltamos para o albergue e ficamos aguardando pelo churrasco, que rolaria a partir das 19h.
Na area social, ficamos na companhia de um casal d
e ingleses que estavam, agora, dividindo o quarto conosco, substituindo o Jim e o amigo dele. Seus nomes eram Jen e Jony e tivemos bons momentos de descontracao e entretenimento ao lados deles. Baralho, vinho, churrasco feito na chapa e muita conversa!
Comecou a chover e decidimos continuar o baralho no quarto. Certa hora o Jony me pergunta por quanto compramos as havaianas no Brasil e me lembro dos dois pares que trouxemos para dar de presente. Ele ficou sem (nao tinha o numero do pe dele) mas demos um dos pares para Jen, que ficou muito contente com o presente e fez esta anotacao no nosso diario: "Neto & Leo given me the nº 10 Brazil flip flops. I'm so happy! Thank you both, obrigada! Now I have shoes that fit me! Looking forward to seeing you both in Brazil nest year. Lots of love & beijos!"
Apos o presente, fomos novamente para o Cheeky Monkey's. Semelhante a noite anterior, o lugar ficou cheio e foi muito legal. Agradecemos a companhia dos nossos amigos ingleses que nos proporcionaram muitos momentos divertidos. Thanks to our english friends that given us funny moments.
O Mota achou uma companhia de mergulho de decidiu gastar uns papeis no fundo do mar ($85 com equipamento incluso). A area de mergulho e' a conhecida Julian Rock's, uma rocha localizada na praia principal. Comentarios do Mota: "Na saida ja se via a bela paisagem da praia, no local, cardumes e mais cardumes de peixes, muitas tartarugas, arraias e tubaroes, mas nada assutador. A visibilidade era de uns 15m e haviam muitos corais por entre os quais podiamos navegar. 40 minutos depois, regressamos. Chegando a praia, ficamos surpresos com um salva-vidas, de jet ski, espantando um tubarao. Aquele sim, parecia assustador! Ok, mergulho registrado na memoria e no Log Book".
Praia novamente, sem ondas novamente, mas dessa vez o Mota conheceu duas brazucas que estavam cursando o 2º grau em Sydney e ficamos conversando por um tempo na praia.
Voltamos para o albergue e ficamos aguardando pelo churrasco, que rolaria a partir das 19h.
Na area social, ficamos na companhia de um casal d
Comecou a chover e decidimos continuar o baralho no quarto. Certa hora o Jony me pergunta por quanto compramos as havaianas no Brasil e me lembro dos dois pares que trouxemos para dar de presente. Ele ficou sem (nao tinha o numero do pe dele) mas demos um dos pares para Jen, que ficou muito contente com o presente e fez esta anotacao no nosso diario: "Neto & Leo given me the nº 10 Brazil flip flops. I'm so happy! Thank you both, obrigada! Now I have shoes that fit me! Looking forward to seeing you both in Brazil nest year. Lots of love & beijos!"
Apos o presente, fomos novamente para o Cheeky Monkey's. Semelhante a noite anterior, o lugar ficou cheio e foi muito legal. Agradecemos a companhia dos nossos amigos ingleses que nos proporcionaram muitos momentos divertidos. Thanks to our english friends that given us funny moments.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Ode ao Festiva

Galera, decidimos abrir um parentese aqui para tecer comentarios sobre o nosso companheiro de estrada durante a primeira parte da viagem. Foram 2132km rodados em 9 dias a bordo do Festiva.
Quando liguei para a locadora, pedi o carro mais barato e consegui um por $34 por dia, contando com o seguro. O carro tava meio acabado, bem arranhado, sem um friso lateral, nao tinha nada eletrico (nem vidro, nem trava, nem retrovisor), nao tinha marcha automatica, nem luxo algum.
No inicio fiquei observando os defeitos dele: a quarta era horrivel (a quinta entao, nem se fala), a borracha do limpador nao tava legal, o desmbacador nao funcionava...mas depois, ele se mostrou um carro foda. Tenho saudades dele!
Era um carro simples, mas tinha air bag, abertura interna de tanque e porta-malas, porta-copos, apoio para descansar o pe esquerdo, som, 4 portas, tanque cheio com $35, autonomia de 350 quilometros...uma maquina! E nao haviam muitos iguais a ele nao, achamos apenas uns tres.
E o melhor de tudo, nunca nos deixou na mao! Sempre carregou e guardou nossas mochilas, nos aquecia no frio, nunca foi roubado, arrombado ou coisa do genero. Quando a chave quebrou, a porta ficou aberta, quando a outra chave nao funcionou, conseguimos dar partida, quando ele teve que dormir aberto, continuou imaculado, quando precisei frear bruscamente para nao colidir com o onibus, ele segurou a onda, quando nao vi o sinal fechado, ele desviou dos carros. Esse sim e' o carro!
Obrigado por tudo, Festiva! Espero que voce esteja em boas maos agora.
Quando liguei para a locadora, pedi o carro mais barato e consegui um por $34 por dia, contando com o seguro. O carro tava meio acabado, bem arranhado, sem um friso lateral, nao tinha nada eletrico (nem vidro, nem trava, nem retrovisor), nao tinha marcha automatica, nem luxo algum.
No inicio fiquei observando os defeitos dele: a quarta era horrivel (a quinta entao, nem se fala), a borracha do limpador nao tava legal, o desmbacador nao funcionava...mas depois, ele se mostrou um carro foda. Tenho saudades dele!
Era um carro simples, mas tinha air bag, abertura interna de tanque e porta-malas, porta-copos, apoio para descansar o pe esquerdo, som, 4 portas, tanque cheio com $35, autonomia de 350 quilometros...uma maquina! E nao haviam muitos iguais a ele nao, achamos apenas uns tres.
E o melhor de tudo, nunca nos deixou na mao! Sempre carregou e guardou nossas mochilas, nos aquecia no frio, nunca foi roubado, arrombado ou coisa do genero. Quando a chave quebrou, a porta ficou aberta, quando a outra chave nao funcionou, conseguimos dar partida, quando ele teve que dormir aberto, continuou imaculado, quando precisei frear bruscamente para nao colidir com o onibus, ele segurou a onda, quando nao vi o sinal fechado, ele desviou dos carros. Esse sim e' o carro!
Obrigado por tudo, Festiva! Espero que voce esteja em boas maos agora.
Dia 10/12 - "Destination Unknown"
Chegamos a Byron por volta das 6:20h. Rodamos um pouco em busca de albergue e paramos numa quitanda para comer alguma coisa. As 8h fizemos o check in no Holiday Village Backpackers e nos instalamos. Banho e boda pra mim (ao som dos peidos e arrotos do Jim, um cara que ja estava no quarto), praia pro Mota. 
Apos rodar toda a praia e observar o entusiasmo da galera com relacao ao surf (criancas, senhoras, geral com prancha), o Mota retornou e me chamou para irmos para a praia. Partimos, mas dessa vez o Mota levou uma prancha do albergue. Era FREE! Na praia, nada de ondas interessantes, apenas aquela marolinha, mas o Motinha continuava na esperanca, afinal de contas, tinha maior galera na agua, ate uma coroa cinquentona tava alugando prancha, alguma coisa devia rolar. Nao rolou nada! Ficou so na marola a tarde inteira. Nao deve ser a epoca das ondas legais! Resolvemos voltar pro albergue e tirar mais uma sonequinha!
Acordamos. Praia novamente, marola novamente, nada de ondas. Decidimos comprar uma pizza tamanho LARGE por $12! A citada pizza era pouco maior que uma brotinho. Ainda bem que era LARGE, imagina se fosse SMALL!
Resolvi comprar um vinho (dessa vez pra beber, nao vou levar na mochila) e ir para a area social do albergue. Tava legal, tinha maior galera conversando e bebendo, uns caras fazendo churrasco, nego jogando baralho, etc. Sentamos e ficamos por ali. Chegou um grupo, sentaram proximo e ficaram conversando em frances. Eu e o Mota comecamos a falar merda e eu falei do lanche do cara, que era so repolho e tal. Deu um tempo, o cara se vira pra gente e pergunta, em portugues fluente, se eramos brasileiros. E agora, onde eu enfio minha cabeca? O cara tava entendendo tudo o que falavamos! Ao menos nao xingamos ninguem! Mas o cara era tranquilo, conversou na moral, sem estresse.
Penei um pouco para conseguir um copo para beber o vinho porque eles tem uma onda de ambientalismo e evitam utilizar sacolas e copos, tanto de papel quanto de plastico. O interessante e' que esse ambientalismo surge apenas nesse momento, pois na hora de fazer propaganda sao milhares de folders e cartazes. E quanto a preservacao das florestas? Acho que rola uma hipocrisia!
Quando a area social fechou, as 22:30h, os fracos foram dormir e os fortes atravessaram a rua e foram dar uma olhada no Cheeky Monkey's. Estava bombando em plena segunda! Muito cheio, galera bem a vontade, de bermuda, camiseta, vestidinho, sombreiro, bem clima de praia. O legal do lugar e' que a pista de danca e' feita por mesas, logo, fica todo mundo dancando em cima da mesa. Muito legal!
Comentario a parte: pensamos em importar acai para ca, mas ja achamos um lugar onde vende. A propaganda fala da fruta e guarana mais poderosos da Amazonia. E ainda rola a pronuncia: A-SIGH-EE!
Apos rodar toda a praia e observar o entusiasmo da galera com relacao ao surf (criancas, senhoras, geral com prancha), o Mota retornou e me chamou para irmos para a praia. Partimos, mas dessa vez o Mota levou uma prancha do albergue. Era FREE! Na praia, nada de ondas interessantes, apenas aquela marolinha, mas o Motinha continuava na esperanca, afinal de contas, tinha maior galera na agua, ate uma coroa cinquentona tava alugando prancha, alguma coisa devia rolar. Nao rolou nada! Ficou so na marola a tarde inteira. Nao deve ser a epoca das ondas legais! Resolvemos voltar pro albergue e tirar mais uma sonequinha!
Acordamos. Praia novamente, marola novamente, nada de ondas. Decidimos comprar uma pizza tamanho LARGE por $12! A citada pizza era pouco maior que uma brotinho. Ainda bem que era LARGE, imagina se fosse SMALL!
Resolvi comprar um vinho (dessa vez pra beber, nao vou levar na mochila) e ir para a area social do albergue. Tava legal, tinha maior galera conversando e bebendo, uns caras fazendo churrasco, nego jogando baralho, etc. Sentamos e ficamos por ali. Chegou um grupo, sentaram proximo e ficaram conversando em frances. Eu e o Mota comecamos a falar merda e eu falei do lanche do cara, que era so repolho e tal. Deu um tempo, o cara se vira pra gente e pergunta, em portugues fluente, se eramos brasileiros. E agora, onde eu enfio minha cabeca? O cara tava entendendo tudo o que falavamos! Ao menos nao xingamos ninguem! Mas o cara era tranquilo, conversou na moral, sem estresse.
Penei um pouco para conseguir um copo para beber o vinho porque eles tem uma onda de ambientalismo e evitam utilizar sacolas e copos, tanto de papel quanto de plastico. O interessante e' que esse ambientalismo surge apenas nesse momento, pois na hora de fazer propaganda sao milhares de folders e cartazes. E quanto a preservacao das florestas? Acho que rola uma hipocrisia!
Quando a area social fechou, as 22:30h, os fracos foram dormir e os fortes atravessaram a rua e foram dar uma olhada no Cheeky Monkey's. Estava bombando em plena segunda! Muito cheio, galera bem a vontade, de bermuda, camiseta, vestidinho, sombreiro, bem clima de praia. O legal do lugar e' que a pista de danca e' feita por mesas, logo, fica todo mundo dancando em cima da mesa. Muito legal!
Comentario a parte: pensamos em importar acai para ca, mas ja achamos um lugar onde vende. A propaganda fala da fruta e guarana mais poderosos da Amazonia. E ainda rola a pronuncia: A-SIGH-EE!
Dia 09/12 - Trem full time
Fomos acordados pelos coroas do albergue as 9h para fazerem a faxina no quarto. Pois e', aquele planejamento de acordar cedo e irmos para as Blue Mountains furou, perdemos a hora.
Mochila nas costas, partimos. Mudamos o nosso destino, passou a ser Byron Bay. Dizem que e' um lugar de boas ondas e pessoal alternativo, meio que reduto hyppie. Nao sei, vamos pra la assim mesmo! Deixamos nossas mochilas em lockers, na praia e fomos para a estacao comprar as passagens. La, descobrimos que eles nao as vendem, apenas na Central. Rodamos a toa.
Voltamos para a praia, que estava bombando, com altas ondas, solzao, bem diferente do dia anterior. Como o diario estava bem desatualizado e ainda nao tinhamos comprado as passagens, decidi parar na net por um tempo. Diario atualizado e passagens compradas via net, so nos restava tempo para almocar (rolou uma lasanha bacana, que de $14 passou para $20 por causa do servico e do imposto), pegar as mochilas e partir. E foi o que fizemos.
Na Central, fizemos o check in e o Motinha resolveu ir ao banheiro, faltando 15 minutos para o embarque. Espantosamente ele conseguiu dar uma cagada em 2:56 minutos cronometrados. Impressionante! Enquanto o Mota ia ao banheiro, fui tentar reservar algum albergue pelo telefone. Peguei o bizu de ligar com moedas: cada ligacao custa $0,50 e o orelhao nao devolve troco. Perdi $0,50 nesse aprendizado.
No trem, tudo tranquilo, vagao meio vazio, apenas nos dois, duas sudanesas, um australiano louco e duas americanas. Por coincidencia, todos sentados proximos. Cheguei e tombei. Deu um tempo, o Mota comecou a dar ouvidos para o australiano louco, que nao parou de falar e rir. Entrei na conversa e depois tive trabalho para sair dela. Enquanto isso, as duas sudanesas se juntaram a uma terceira e nao pararam mais de falar, mas era um assunto sem fim, nao tinha pausa. Acho que enquanto duas falavam, a terceira definia qual seria o proximo tema!
Apos tres horas de viagem, caiu uma chuva brutal e o trem parou por falta de energia. Ficamos uns 30 minutos parados. Ja eram 19:10h e o louco nao parava de falar, conversava com a americana, que ja estava ficando incomodada. Chegou a me perguntar se eu havia sonhado e queria saber qual tinha sido o meu sonho. Quando disse que nao lembrava ele mandou um "try to remember!". Nao acreditei naquilo. Ali eu tive certeza que ele era louco! E no assento de tras do louco, as sudanesas continuavam falando e cantando. Sobre o que elas estao falando? Elas nem se olham!
22h - O louco deitou no chao do trem e apagou. Toda vez que o fiscal passava, dava um chute no pe do australiano, mas ele continuava dormindo. Gracas a Deus! Nosso unico incomodo agora, alem do barulho do trem, eram as sudanesas que nao paravam de falar, e falar alto!
22:45h - As luzes sao apagadas! Ok, hora de dormir sudanesas! Que nada, ainda falaram por mais uns 30 minutos. O que sera que elas tomaram que nao param de falar? Onde e' que desliga?
Mochila nas costas, partimos. Mudamos o nosso destino, passou a ser Byron Bay. Dizem que e' um lugar de boas ondas e pessoal alternativo, meio que reduto hyppie. Nao sei, vamos pra la assim mesmo! Deixamos nossas mochilas em lockers, na praia e fomos para a estacao comprar as passagens. La, descobrimos que eles nao as vendem, apenas na Central. Rodamos a toa.
Na Central, fizemos o check in e o Motinha resolveu ir ao banheiro, faltando 15 minutos para o embarque. Espantosamente ele conseguiu dar uma cagada em 2:56 minutos cronometrados. Impressionante! Enquanto o Mota ia ao banheiro, fui tentar reservar algum albergue pelo telefone. Peguei o bizu de ligar com moedas: cada ligacao custa $0,50 e o orelhao nao devolve troco. Perdi $0,50 nesse aprendizado.
No trem, tudo tranquilo, vagao meio vazio, apenas nos dois, duas sudanesas, um australiano louco e duas americanas. Por coincidencia, todos sentados proximos. Cheguei e tombei. Deu um tempo, o Mota comecou a dar ouvidos para o australiano louco, que nao parou de falar e rir. Entrei na conversa e depois tive trabalho para sair dela. Enquanto isso, as duas sudanesas se juntaram a uma terceira e nao pararam mais de falar, mas era um assunto sem fim, nao tinha pausa. Acho que enquanto duas falavam, a terceira definia qual seria o proximo tema!
Apos tres horas de viagem, caiu uma chuva brutal e o trem parou por falta de energia. Ficamos uns 30 minutos parados. Ja eram 19:10h e o louco nao parava de falar, conversava com a americana, que ja estava ficando incomodada. Chegou a me perguntar se eu havia sonhado e queria saber qual tinha sido o meu sonho. Quando disse que nao lembrava ele mandou um "try to remember!". Nao acreditei naquilo. Ali eu tive certeza que ele era louco! E no assento de tras do louco, as sudanesas continuavam falando e cantando. Sobre o que elas estao falando? Elas nem se olham!
22h - O louco deitou no chao do trem e apagou. Toda vez que o fiscal passava, dava um chute no pe do australiano, mas ele continuava dormindo. Gracas a Deus! Nosso unico incomodo agora, alem do barulho do trem, eram as sudanesas que nao paravam de falar, e falar alto!
22:45h - As luzes sao apagadas! Ok, hora de dormir sudanesas! Que nada, ainda falaram por mais uns 30 minutos. O que sera que elas tomaram que nao param de falar? Onde e' que desliga?
domingo, 9 de dezembro de 2007
Dia 08/12 - A noite e' uma "tortura"!
Hoje e' dia de praia. Fizemos o check out e partimos para Bondi Beach.
Como nao fizemos nenhuma reserva, rodamos um bocado com as mochilas pela praia e, depois de muitos telefonemas, achamos um quarto duplo num alberguezinho por 40 papeis cada! Olha o preju! Decidimos, entao, ficar somente uma noite em Bondi e no outro dia partir para as Blue Montains e depois Surfers Paradise.
Hora do almoco: uma salada seafood caida, para o Mota, e um saudavel fish & chips para mim (so fritura!). O Motinha pegou o bizu da sobremesa do McDonalds, um sorvete de $0,30 com gosto de leite integral batido com acucar.
Voltamos para o albergue e decidimos dormir um pouquinho...foi quase a tarde inteira! Ainda conseguimos pegar o sol do fim da tarde e o inicio dos eventos nos pubs. O Mota precisou comprar um sabonete e ficou espantado com o preco ($2,50). Falei pra ele: "Poxa, Mota, voce pegou o Dove!". Resposta: "Mas Neto, e' o mais barato, o Palmolive ta $3,80!"
Nos equipamos, comemos uma pizza bacana no Papa Giovanni e demos um upgrade no diario. Resolvemos para de usar caneta quebrada, lapis doado e tickets de passagens para as nossas anotacoes, agora temos caneta e bloquinho.
Chegou a hora da "tortura". Digo "tortura" porque a massa vai para os pubs por volta das 17h, enche o pote e quando da' entre 20h e 22h, tem uma galera cambaleando pelas ruas, todo mundo TORTO de birita. Fico me perguntando como e' que eles conseguem ficar daquele jeito em tao pouco tempo!
Depois de algumas voltas, resolvemos entrar
no Bondi Hotel e aguardar os acontecimentos. Encheu. Pra variar, tinha uma galera fantasiada! Sabia que deveria ter trazido um nariz de palhaco! Festa legal, DJ mandou bem em alguns momentos, cerveja $4,30 ate as 0h, depois foi para $5, tudo certo, exceto um cheiro forte de chule que vinha de uma area la. Acho que a galera nao se importa muito em usar perfume e roupa limpa.
Em tempos de vacas magras, a maquina de achocolatados do albergue me leva $1,80 antes de eu deitar, so pra ficar esperto!!
Como nao fizemos nenhuma reserva, rodamos um bocado com as mochilas pela praia e, depois de muitos telefonemas, achamos um quarto duplo num alberguezinho por 40 papeis cada! Olha o preju! Decidimos, entao, ficar somente uma noite em Bondi e no outro dia partir para as Blue Montains e depois Surfers Paradise.
Hora do almoco: uma salada seafood caida, para o Mota, e um saudavel fish & chips para mim (so fritura!). O Motinha pegou o bizu da sobremesa do McDonalds, um sorvete de $0,30 com gosto de leite integral batido com acucar.
Voltamos para o albergue e decidimos dormir um pouquinho...foi quase a tarde inteira! Ainda conseguimos pegar o sol do fim da tarde e o inicio dos eventos nos pubs. O Mota precisou comprar um sabonete e ficou espantado com o preco ($2,50). Falei pra ele: "Poxa, Mota, voce pegou o Dove!". Resposta: "Mas Neto, e' o mais barato, o Palmolive ta $3,80!"
Nos equipamos, comemos uma pizza bacana no Papa Giovanni e demos um upgrade no diario. Resolvemos para de usar caneta quebrada, lapis doado e tickets de passagens para as nossas anotacoes, agora temos caneta e bloquinho.
Chegou a hora da "tortura". Digo "tortura" porque a massa vai para os pubs por volta das 17h, enche o pote e quando da' entre 20h e 22h, tem uma galera cambaleando pelas ruas, todo mundo TORTO de birita. Fico me perguntando como e' que eles conseguem ficar daquele jeito em tao pouco tempo!
Depois de algumas voltas, resolvemos entrar
Em tempos de vacas magras, a maquina de achocolatados do albergue me leva $1,80 antes de eu deitar, so pra ficar esperto!!
Dia 07/12 - Japas na night!
Comecamos nosso tour pela Sydney Tower, ouvimos um pouco de MPB no Sky Lounge enquanto aguardavamos o inicio do OZ Trek e depois partimos para a Art Gallery, Royale Gardens e por ultimo o Conservatorio de Musica, onde fomos apanhados pela chuva e ficamos uma hora aguardando ela passar, sem ter nada para fazer la.
Passada a chuva, fomos para a Opera House, Sydney Harbour Bridge e Sydney Wildlife.
A noite, Decidimos dar uma saida e achamos um lugar legal para passar um tempo, o 3 Wise Monkeys. Tava rolando uma banda legal, mas depois que entrou o DJ, partimos. Ainda achamos o Cheers, mas a fila estava muito grande e nao entramos. Rodando pela cidade percebemos que a night era possuida pelos japas. Eram muitos mesmo, todos iguais! Sacanagem, eram apenas parecidos!
Passada a chuva, fomos para a Opera House, Sydney Harbour Bridge e Sydney Wildlife.
A noite, Decidimos dar uma saida e achamos um lugar legal para passar um tempo, o 3 Wise Monkeys. Tava rolando uma banda legal, mas depois que entrou o DJ, partimos. Ainda achamos o Cheers, mas a fila estava muito grande e nao entramos. Rodando pela cidade percebemos que a night era possuida pelos japas. Eram muitos mesmo, todos iguais! Sacanagem, eram apenas parecidos!
Dia 06/12 - Viagem de ferias - Parte II - Australia
O dia hoje comecou cedo. Acordamos as 4h da manha para irmos para o aeroporto. Nosso voo inicialmente seria as 6h e antes disso, teriamos que devolver o nosso companheiro de estradas.
Tudo estava ocorrendo conforme o planejado para o dia, exceto pelo fato de nao conseguirmos achar a saida para o aeroporto e passarmos meia hora procurando por ela.
No aeroporto, deixei o Mota com as mochilas na area de embarque e fui devolver o Festiva na locadora. A despedida foi rapida porque estavamos em cima da hora.
De volta, percebemos que nosso voo atrasaria e nosso check in so comecaria as 7h. Enquanto aguardavamos, "boda". Feito o check in, descobrimos que a duracao do voo era de 3h. Teriamos que trocar a passagem para Queenstown (no nosso regresso). Trocar a passagem foi um sacrificio, contamos com a ma vontade do atendente que nos mandou fazer isso via 0800. Tentamos, mas o 0800 mandou-nos resolver no guiche. Voltamos ao guiche e o cara queria que fossemos para a area domestica do aeroporto (em momento algum ele acreditou que o 0800 havia mandado a gente pro guiche. Achou que estavamos mentindo! ). Como nao daria tempo, devido ao horario do nosso embarque, resolveu nos atender, inicialmente dizendo que nao tinha jeito, iriamos perder o dinheiro, mas depois checou o sistema e viu que, por uma bagatela de $65 poderiamos trocar a passagem para o dia seguinte. Fizemos isto e nosso problema estava resolvido.
Antes do embarque, mais preju. A taxa de embarque de $25 nao esta inclusa na passagem e tivemos que paga-la a parte. Dai veio a alfandega, raio-x e um cara querendo o meu perfume tambem (que a esta altura ja vivia dentro de um Ziploc). Mostrei o saquinho para ele e fui liberado. Na sala de embarque, foi anunciado que o voo so sairia as 10h, logo, "boda again".
Muitos brazucas no aviao e 3h de viagem depois, chegamos a Sydney.
Desembarque, imigracao...o Motinha foi sabatinado pela mulher da imigracao (fiquei com medo de ele tomar um toco na entrada). Ao pegarmos as bagagens percebi que a minha mochila estava molhada. Lembrei do vinho barato que comprei em Auckland e nao bebi. Ele mesmo, a garrafa estava quebrada! Apos uma rapida limpeza, fizemos reserva no X Base Backpackers Sydney e pegamos o metro para a cidade. Apenas $14,20!
Com o bizu errado do metro, descemos algumas paradas antes e andamos para caralho, mochilados. Chegamos ao albergue e a primeira acao foi lavar minhas roupas. Foram um total de tres lavagens e tres secagens, no valor de $20. Olha o preju! E o pior, o mochilao comecou a se desfazer apos a lavagem.
Resolvemos sair para comer algo antes do tour. No regresso, adivinhem, outro alarme de incendio disparado. Todos os hospedes estavam na rua aguardando. Fizemos a nossa parte e aguardamos tambem.
Passados os perigos, tour. Hoje fomos a Chinatown, andamos de Monorail, fomos ao Queen Victoria Building, Town Hall e Darling Harbour, onde estava rolando a exposicao fotografica Earth from Above. Era uma mostra de fotos de paisagens e cenarios, tiradas de cima, mostrando caracteristicas culturais e sua influencia ambiental. Haviam duas fotos do Brasil, uma do Cristo Redentor (falando que o Brasil possui a maior populacao de catolicos do mundo) e outra do rio Amazonas (com um monte de toras de arvores boiando).
No Hyde Park o Elder Wong quis nos catequisar e tentou marcar um horario conosco. Quando o Mota sugeriu as 7h da manha do sabado ele titubeou, falou que nao dava, que tinha outras coisas para fazer e desistiu da ideia. Ele nao queria era trabalhar no sabado de manha, isso sim!
A noite procuramos algum lugar para ir e achamos muita gente fantasiada pelas ruas. Onde e' a festa? A gente nao achou. Achamos o fim de varias festas mas nenhum comeco. Rodamos pelos pubs do The Rocks, pela George Street, mas nao achamos nada interessante. O que percebemos e' que a cidade nao quer dormir. A movimentacao de pessoas e carros na madruga e' quase tao grande quanto durante o dia.
Tudo estava ocorrendo conforme o planejado para o dia, exceto pelo fato de nao conseguirmos achar a saida para o aeroporto e passarmos meia hora procurando por ela.
No aeroporto, deixei o Mota com as mochilas na area de embarque e fui devolver o Festiva na locadora. A despedida foi rapida porque estavamos em cima da hora.
De volta, percebemos que nosso voo atrasaria e nosso check in so comecaria as 7h. Enquanto aguardavamos, "boda". Feito o check in, descobrimos que a duracao do voo era de 3h. Teriamos que trocar a passagem para Queenstown (no nosso regresso). Trocar a passagem foi um sacrificio, contamos com a ma vontade do atendente que nos mandou fazer isso via 0800. Tentamos, mas o 0800 mandou-nos resolver no guiche. Voltamos ao guiche e o cara queria que fossemos para a area domestica do aeroporto (em momento algum ele acreditou que o 0800 havia mandado a gente pro guiche. Achou que estavamos mentindo! ). Como nao daria tempo, devido ao horario do nosso embarque, resolveu nos atender, inicialmente dizendo que nao tinha jeito, iriamos perder o dinheiro, mas depois checou o sistema e viu que, por uma bagatela de $65 poderiamos trocar a passagem para o dia seguinte. Fizemos isto e nosso problema estava resolvido.
Antes do embarque, mais preju. A taxa de embarque de $25 nao esta inclusa na passagem e tivemos que paga-la a parte. Dai veio a alfandega, raio-x e um cara querendo o meu perfume tambem (que a esta altura ja vivia dentro de um Ziploc). Mostrei o saquinho para ele e fui liberado. Na sala de embarque, foi anunciado que o voo so sairia as 10h, logo, "boda again".
Muitos brazucas no aviao e 3h de viagem depois, chegamos a Sydney.
Com o bizu errado do metro, descemos algumas paradas antes e andamos para caralho, mochilados. Chegamos ao albergue e a primeira acao foi lavar minhas roupas. Foram um total de tres lavagens e tres secagens, no valor de $20. Olha o preju! E o pior, o mochilao comecou a se desfazer apos a lavagem.
Resolvemos sair para comer algo antes do tour. No regresso, adivinhem, outro alarme de incendio disparado. Todos os hospedes estavam na rua aguardando. Fizemos a nossa parte e aguardamos tambem.
Passados os perigos, tour. Hoje fomos a Chinatown, andamos de Monorail, fomos ao Queen Victoria Building, Town Hall e Darling Harbour, onde estava rolando a exposicao fotografica Earth from Above. Era uma mostra de fotos de paisagens e cenarios, tiradas de cima, mostrando caracteristicas culturais e sua influencia ambiental. Haviam duas fotos do Brasil, uma do Cristo Redentor (falando que o Brasil possui a maior populacao de catolicos do mundo) e outra do rio Amazonas (com um monte de toras de arvores boiando).
A noite procuramos algum lugar para ir e achamos muita gente fantasiada pelas ruas. Onde e' a festa? A gente nao achou. Achamos o fim de varias festas mas nenhum comeco. Rodamos pelos pubs do The Rocks, pela George Street, mas nao achamos nada interessante. O que percebemos e' que a cidade nao quer dormir. A movimentacao de pessoas e carros na madruga e' quase tao grande quanto durante o dia.
Dia 05/12 - Auckland again!
Acordei mais cedo para pagar o estacionamento do carro e voltei para dormir mais um pouco. Fizemos o check out e partimos para o shopping para tentar consertar a chave do Festiva. Enquanto procuravamos um chaveiro, ouvimos o barulho. O que era? Alarme de incendio! Tivemos que abandonar o predio e aguardar os bombeiros. No meio do tumulto, achamos o chaveiro e refizemos a chave (apenas $6,50), mas agora o nosso carro estava preso no estacionamento do shopping. Tivemos que aguardar a liberacao por parte dos bombeiros.
Desfeito o alarme, pegamos o carro e partimos para Auckland, nossa ultima parada antes da Australia.
Em Auckland, verificamos a possibilidade de entregar o Festiva na madruga e compramos as passagens para
Queenstown e de regresso para Auckland (uma grana a mais que nao estava no planejamento inicial). Regressando do aeroporto para a cidade, pegamos um engarrafamento animal e demoramos uma hora para rodar 20km.
Nos instalamos no Queenstreet Backpackers pois o Fat Camel estava "fully books". Para nao sairmos da Nova Zelandia devendo este quadrinho, `a noite fomos para o Minus 5º, um bar montado numa camara frigorifica, onde tudo la dentro e' feito de gelo. Nao passamos muito tempo porque o frio estava ficando insuportavel!
Desfeito o alarme, pegamos o carro e partimos para Auckland, nossa ultima parada antes da Australia.
Em Auckland, verificamos a possibilidade de entregar o Festiva na madruga e compramos as passagens para
Nos instalamos no Queenstreet Backpackers pois o Fat Camel estava "fully books". Para nao sairmos da Nova Zelandia devendo este quadrinho, `a noite fomos para o Minus 5º, um bar montado numa camara frigorifica, onde tudo la dentro e' feito de gelo. Nao passamos muito tempo porque o frio estava ficando insuportavel!
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Dia 04/12 - O dia do preju!!
Esse foi o dia!!!
Acordamos bem cedo, abastecemos o Festiva (dessa vez pareciamos frentistas!), comemos (no New World) e partimos. Estrada full! Longos 475km! Destino: Waitomo Caves, The Dark Water Rafting.
Demos o maior gas na estrada, pois o folder dizia que o ultimo horario era as 15:00. Chegamos as 13:30h e so conseguimos vaga no rafting das 17:15h (se eu soubesse, teria dormido um pouco mais). Pagamos o nosso rafting e so depois lembramos dos descontos de 10% que ganhamos no guia. Por que nao tentar recuperar a grana? Afinal eram $9,50 de cada um. Conseguimos! Mandamos bem.
Resolvemos nos dirigir ao Waitomo Caves Museum para passar o tempo, enquanto aguardavamos a nossa hora. Uma vez la, almocamos algo bem saudavel, a base de fritas e fomos dar uma olhada numa lojinha ao lado. O Mota comprou um agasalho e eu resolvi comprar uma maquina fotografica com protecao a prova d'agua (para registrar o rafting). Deu a hora, partimos.
Sabem qual era a hora? A hora dos prejus! A maquina, que comprei por causa do passeio, nao pude levar; o Mota foi buscar a mochila no carro e quebrou a chave do mesmo! Agora fudeu!
Tinhamos 30 minutos antes do passeio comecar, o carro estava aberto, toda nossa grana estava nele e deixamos um senhor do estabelecimento com a chave e dinheiro para providenciar outra. Ficamos meio entubados, mas confiamos no bem que existe em algumas pessoas e fomos para as cavernas.
Foi uma experiencia muito legal, muito interessante mesmo, algo bem diferente. Em alguns momentos vinhamos na correnteza sentados em cameras de ar de carros. Como eu nao conseguia manter a
direcao, vinha girando e de re e o Motinha ficou achando que eu estava "marraiando". A agua estava um gelo, muito fria, mas tava valendo. Em alguns momentos os guias comandavam o liga/desliga das lanternas, mas tava dificil entender e executar, entao, apos alguns "lances" o Mota afirmou que so se preocupava com o turn on/turn off, pro resto que eles diziam, ele nao estava nem ai.
Algumas horas depois, ao retornarmos, la estava a chave, que alivio. Valor: $20. Carissima, mas tudo bem, se funcionar!
Tomamos uma sopa de tomate para aquecer e fomos pro carro. A chave ate ligava o carro e fechava as portas, mas nao as abria! Tentei contato telefonico com o chaveiro para consertar a chave que ele mesmo fez e recebi a seguinte resposta: "I can do nothing to you, today. Tomorrow you call me and I fix it." Traduzindo: Um abraco! Me liga amanha!
Putos da vida, pegamos o carro e partimos para Hamilton, lugar do nosso pernoite. Carro aberto, tivemos que tirar tudo de dentro e guardar no albergue.
La, conhecemos um noruegues que estava morando na Australia e pegamos alguns bizus sobre la. Decidimos entao conhecer Sydney, Bisbrane e sua costa e, se der, Melbourne.
Acordamos bem cedo, abastecemos o Festiva (dessa vez pareciamos frentistas!), comemos (no New World) e partimos. Estrada full! Longos 475km! Destino: Waitomo Caves, The Dark Water Rafting.
Demos o maior gas na estrada, pois o folder dizia que o ultimo horario era as 15:00. Chegamos as 13:30h e so conseguimos vaga no rafting das 17:15h (se eu soubesse, teria dormido um pouco mais). Pagamos o nosso rafting e so depois lembramos dos descontos de 10% que ganhamos no guia. Por que nao tentar recuperar a grana? Afinal eram $9,50 de cada um. Conseguimos! Mandamos bem.
Resolvemos nos dirigir ao Waitomo Caves Museum para passar o tempo, enquanto aguardavamos a nossa hora. Uma vez la, almocamos algo bem saudavel, a base de fritas e fomos dar uma olhada numa lojinha ao lado. O Mota comprou um agasalho e eu resolvi comprar uma maquina fotografica com protecao a prova d'agua (para registrar o rafting). Deu a hora, partimos.
Sabem qual era a hora? A hora dos prejus! A maquina, que comprei por causa do passeio, nao pude levar; o Mota foi buscar a mochila no carro e quebrou a chave do mesmo! Agora fudeu!
Tinhamos 30 minutos antes do passeio comecar, o carro estava aberto, toda nossa grana estava nele e deixamos um senhor do estabelecimento com a chave e dinheiro para providenciar outra. Ficamos meio entubados, mas confiamos no bem que existe em algumas pessoas e fomos para as cavernas.
Foi uma experiencia muito legal, muito interessante mesmo, algo bem diferente. Em alguns momentos vinhamos na correnteza sentados em cameras de ar de carros. Como eu nao conseguia manter a
Algumas horas depois, ao retornarmos, la estava a chave, que alivio. Valor: $20. Carissima, mas tudo bem, se funcionar!
Tomamos uma sopa de tomate para aquecer e fomos pro carro. A chave ate ligava o carro e fechava as portas, mas nao as abria! Tentei contato telefonico com o chaveiro para consertar a chave que ele mesmo fez e recebi a seguinte resposta: "I can do nothing to you, today. Tomorrow you call me and I fix it." Traduzindo: Um abraco! Me liga amanha!
Putos da vida, pegamos o carro e partimos para Hamilton, lugar do nosso pernoite. Carro aberto, tivemos que tirar tudo de dentro e guardar no albergue.
La, conhecemos um noruegues que estava morando na Australia e pegamos alguns bizus sobre la. Decidimos entao conhecer Sydney, Bisbrane e sua costa e, se der, Melbourne.
Dia 03/12 - O dia dos baixinhos!
Acordei mais cedo para pagar o estacionamento do carro, que comecava a ser cobrado a partir das 8:00 ($4 por hora). Deveria ter pagado duas horas, pois depois estacionariamos o carro no museu, mas devido ao valor, paguei apenas uma hora e esperei pra ver o que iria dar!
O dia de hoje amanheceu nublado, ventando muito e um pouco frio, totalmente diferente do que vimos ontem. Nosso cafe foi adquirido, novamente, no New World e apos o desjejum nos dirigimos ao Te Papa Tangareo Museum. Claro que iriamos de carro, deixa-lo estacionado la, o dia inteiro, mas como nada acontece por acaso e eu paguei pra ver, ao chegarmos no carro havia uma multa de estacionamento porque paguei apenas uma hora e deixei o carro durante 1:40h. Valor da multa: $12.
Ok, com a moral um pouco abalada, seguimos para o Museu. E' um lugar muito maneiro com partes especificas para o publico infantil, varias informacoes audiovisuais e o melhor de tudo, FREE! Exceto a exposicao sobre baleias que estava rolando.
Varias horas depois, quando a fome apertou, fomos mais uma vez ao New World, batemos aquele rango e resolvemos procurar o Wellington Parking & Infringement Services para pagar a maldita multa.
Feito isto, albergue novamente para descansar um pouco, pois no dia seguinte seriam 475km.
Quem disse que conseguimos descansar! Havia chegado uma excursao de colegio de Taupo e eles estavam todos alvorocados. Tocando o maior zaralho no nosso andar, bem em frente ao nosso quarto. Parecia excursao pro show da Xuxa, guardadas as devidas proporcoes.
Nada de sono, fomos pra net e depois comer. Ja tarde, depois que todos dormiram, conseguimos descansar. Digo descansar, porque dormir fica meio complicado com o cheiro de alguma coisa de morango (um perfume ou creme, sei la) infestando o quarto. Era agradavel no comeco, mas depois ficou insuportavel.
Lembram do comentario que fiz sobre o valor absurdo dos imoveis por aqui? Pois e', demos uma olhada no preco dos carros e concordamos que sao muito baratos. Pra dar uma ideia: 315.000 (daquela casa chechelenta) + $74.000 = Ferrari 0km. Entao, ratificando o que foi dito anteriormente, o bizu e' morar no albergue e comprar uma Ferrari!
O dia de hoje amanheceu nublado, ventando muito e um pouco frio, totalmente diferente do que vimos ontem. Nosso cafe foi adquirido, novamente, no New World e apos o desjejum nos dirigimos ao Te Papa Tangareo Museum. Claro que iriamos de carro, deixa-lo estacionado la, o dia inteiro, mas como nada acontece por acaso e eu paguei pra ver, ao chegarmos no carro havia uma multa de estacionamento porque paguei apenas uma hora e deixei o carro durante 1:40h. Valor da multa: $12.
Ok, com a moral um pouco abalada, seguimos para o Museu. E' um lugar muito maneiro com partes especificas para o publico infantil, varias informacoes audiovisuais e o melhor de tudo, FREE! Exceto a exposicao sobre baleias que estava rolando.
Varias horas depois, quando a fome apertou, fomos mais uma vez ao New World, batemos aquele rango e resolvemos procurar o Wellington Parking & Infringement Services para pagar a maldita multa.
Quem disse que conseguimos descansar! Havia chegado uma excursao de colegio de Taupo e eles estavam todos alvorocados. Tocando o maior zaralho no nosso andar, bem em frente ao nosso quarto. Parecia excursao pro show da Xuxa, guardadas as devidas proporcoes.
Nada de sono, fomos pra net e depois comer. Ja tarde, depois que todos dormiram, conseguimos descansar. Digo descansar, porque dormir fica meio complicado com o cheiro de alguma coisa de morango (um perfume ou creme, sei la) infestando o quarto. Era agradavel no comeco, mas depois ficou insuportavel.
Lembram do comentario que fiz sobre o valor absurdo dos imoveis por aqui? Pois e', demos uma olhada no preco dos carros e concordamos que sao muito baratos. Pra dar uma ideia: 315.000 (daquela casa chechelenta) + $74.000 = Ferrari 0km. Entao, ratificando o que foi dito anteriormente, o bizu e' morar no albergue e comprar uma Ferrari!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Relação de Albergues
Galera, vou deixar registrado aqui os albergues em que estamos nos hospedando e suas características. Os da NZ tem sua media de preco entre NZD 20 e 25 e os da Australia, em torno de AUD 30.

Auckland - Fat Camel - Dorms com divisões internas, cozinha, sala de estar e banheiro no quarto. Jantar free entre 7 e 8pm, pub com sinuca, internet 24h (cartao), lavanderia, nao requer deposito. No centro e próximo da parada do ônibus do aeroporto.
Auckland - Queenstreet Backpackers - Bem localizado, internet 24h (cartao), tres filmes por noite legendados (ingles), toalha free e um bizuzeiro na recepcao, o Thomas (gente boa).
Whitianga - On the Beach Backpackers Hostel - Dorms com banheiro; cozinha e sala de estar no corredor; lavanderia; internet 24h (moedas); estacionamento; caiaques free. Situado em Buffalo Beach. Desconto especial para brasileiros.
Rotorua - Nomads - Lavanderia, internet 24h (moedas), bem localizado, brazucada na recepcao e uma cerveja free no Pig & Whistle.
Taupo - Berkenhoff Lodge - Caido, nao vale a pena.

Napier - Wally's - Bem localizado, internet 24h (moedas), ambiente familiar, estacionamento e chuveiro com temporizador.
Wellington - Wellywood - O melhor de todos ate agora! Internet 24h free, area social agradavel com sinuca e toto free, bem localizado.
Hamilton - Eagles Nest Backpackers - Caido, nao vale a pena.
Sydney - X Base Backpackers - Bem localizado, internet 24h (cartao), banheiros separados (masculino e feminino), lockers individuais nos quartos e uma cerveja free no Canario.
Bondi Beach - Lamrock Backpackers - Caido, nao vale a pena.
Byron Bay - Holiday Village Backpackers - Excelente localizacao (em frente ao Cheeky Monkey's), pranchas de surf e bicicletas free, internet com utilizacao consciente ate as 22:30h, area social movimentada, banheiros separados (masculino e feminino), tabela de basquete, estacionamento, piscina e churrasco na terca com a presenca do animador do Coyote Ugly promovendo joguinhos.
Surfers Paradise - Surfers Paradise Backpackers Resort - Meio caido, longe, chato. Prefira o Island, que fica bem no centro, ao lado da rodoviaria.
Queenstown - Resort Lodge Backpackers Hostel - Boa localizacao, internet 24h (moedas), chuveiro com temporizador, excelente sala de TV, nao requer deposito.
Christchurch - Stonehurst Hostel - Boa localizacao, internet 24h (credito comprado na portaria), estacionamento, portaria 24h, piscina, sinuca, sala de TV.
Auckland - Fat Camel - Dorms com divisões internas, cozinha, sala de estar e banheiro no quarto. Jantar free entre 7 e 8pm, pub com sinuca, internet 24h (cartao), lavanderia, nao requer deposito. No centro e próximo da parada do ônibus do aeroporto.
Auckland - Queenstreet Backpackers - Bem localizado, internet 24h (cartao), tres filmes por noite legendados (ingles), toalha free e um bizuzeiro na recepcao, o Thomas (gente boa).
Whitianga - On the Beach Backpackers Hostel - Dorms com banheiro; cozinha e sala de estar no corredor; lavanderia; internet 24h (moedas); estacionamento; caiaques free. Situado em Buffalo Beach. Desconto especial para brasileiros.
Rotorua - Nomads - Lavanderia, internet 24h (moedas), bem localizado, brazucada na recepcao e uma cerveja free no Pig & Whistle.
Taupo - Berkenhoff Lodge - Caido, nao vale a pena.
Napier - Wally's - Bem localizado, internet 24h (moedas), ambiente familiar, estacionamento e chuveiro com temporizador.
Wellington - Wellywood - O melhor de todos ate agora! Internet 24h free, area social agradavel com sinuca e toto free, bem localizado.
Hamilton - Eagles Nest Backpackers - Caido, nao vale a pena.
Sydney - X Base Backpackers - Bem localizado, internet 24h (cartao), banheiros separados (masculino e feminino), lockers individuais nos quartos e uma cerveja free no Canario.
Bondi Beach - Lamrock Backpackers - Caido, nao vale a pena.
Surfers Paradise - Surfers Paradise Backpackers Resort - Meio caido, longe, chato. Prefira o Island, que fica bem no centro, ao lado da rodoviaria.
Queenstown - Resort Lodge Backpackers Hostel - Boa localizacao, internet 24h (moedas), chuveiro com temporizador, excelente sala de TV, nao requer deposito.
Christchurch - Stonehurst Hostel - Boa localizacao, internet 24h (credito comprado na portaria), estacionamento, portaria 24h, piscina, sinuca, sala de TV.
domingo, 2 de dezembro de 2007
Dia 02/12 - Praia
Saímos um pouco mais tarde do hostel e fomos procurar um café-da-manhã. Enquanto comíamos, observamos um casal com dois filhos num só carrinho. Mas não era um carrinho qualquer, side by side, padrão T-25, era um tandem, com um bebê atrás do outro, padrão T-27. Descobrimos o porquê de tantos filhos por aqui: a cada nascimento, no dia seguinte, os pais recebem $1.000,00 na conta; cada filho gera $100,00 semanais para os pais, doados pelo governo; os remédios são subsidiados e os pais só pagam 30% do valor até os dez anos de idade; etc.
Hoje são 300km! E o Festiva lá, firme e forte!
No meio de tantos quilômetros, resolvemos parar numa loja de conveniência e comprar alguns snacks para ajudar a passar o tempo. Escolhemos Nachos Mexicanos e duas Cocas. Pediu tá pedido, não pode ficar arrependido! Os nachos tinham chilli (pra quem não sabe, e' pimenta) e acabou rolando a compensação: para cada nacho, um gole de Coca! Ainda bem que compramos duas!
Inicialmente, iríamos para o Te Papa Museum, para aproveitar o resto do dia, mas, ao chegarmos e sentirmos o clima, resolvemos alternar e ir para a praia. Perdemos algum tempo procurando o lugar, pois é só uma pequena faixa de areia, mas ficamos felizes ao pegar trânsito no sentido da praia, sinal que estava bombando!
Descarenamos e fomos para a areia. Estava um sol animal! Diante de tamanha felicidade (finalmente conseguimos pegar uma praia) resolvemos expressá-la num vídeo e imediatamente fomos reconhec
idos por outros brasileiros que se disfarçavam de locais. Conversamos um pouco e o Mota resolveu treinar: "Vou nadar Netinho! Vou por meus óculos e cair nessa água!"
E foi... mas voltou rapidinho, batendo o queixo e recuperando os movimentos das pernas! Falou que percebeu o fado ainda praia, quando pisou a areia molhada (e fria), mas mesmo assim, não iria fazer feio e mergulhou.
Após o mergulho, mais brazucas no local, desta vez um casal. Passaram vários bizus, mas o principal foi o do almoço, no New World. Dá pra fazer todas as refeições lá e por um preço acessível. Compramos lasanha e suco de laranja e fomos comer num gramadão, perto do museu. Tudo bem normal!
Nos instalamos então no Wellywood hostel e aproveitamos o resto de sol para observar a cidade do alto do Monte Victoria. Amanhã será o dia do Te Papa Museum. Amanhã que eu digo é dia 3, segunda, porque o domingo já acabou!
Hoje são 300km! E o Festiva lá, firme e forte!
No meio de tantos quilômetros, resolvemos parar numa loja de conveniência e comprar alguns snacks para ajudar a passar o tempo. Escolhemos Nachos Mexicanos e duas Cocas. Pediu tá pedido, não pode ficar arrependido! Os nachos tinham chilli (pra quem não sabe, e' pimenta) e acabou rolando a compensação: para cada nacho, um gole de Coca! Ainda bem que compramos duas!
Inicialmente, iríamos para o Te Papa Museum, para aproveitar o resto do dia, mas, ao chegarmos e sentirmos o clima, resolvemos alternar e ir para a praia. Perdemos algum tempo procurando o lugar, pois é só uma pequena faixa de areia, mas ficamos felizes ao pegar trânsito no sentido da praia, sinal que estava bombando!
Descarenamos e fomos para a areia. Estava um sol animal! Diante de tamanha felicidade (finalmente conseguimos pegar uma praia) resolvemos expressá-la num vídeo e imediatamente fomos reconhec
E foi... mas voltou rapidinho, batendo o queixo e recuperando os movimentos das pernas! Falou que percebeu o fado ainda praia, quando pisou a areia molhada (e fria), mas mesmo assim, não iria fazer feio e mergulhou.
Após o mergulho, mais brazucas no local, desta vez um casal. Passaram vários bizus, mas o principal foi o do almoço, no New World. Dá pra fazer todas as refeições lá e por um preço acessível. Compramos lasanha e suco de laranja e fomos comer num gramadão, perto do museu. Tudo bem normal!
Nos instalamos então no Wellywood hostel e aproveitamos o resto de sol para observar a cidade do alto do Monte Victoria. Amanhã será o dia do Te Papa Museum. Amanhã que eu digo é dia 3, segunda, porque o domingo já acabou!
Dia 01/12 - O dia em que não entedemos nada!
Hoje é o dia de seguir para Napier e conhecer as vinícolas. A idéia inicial é seguir para lá, fazer o tour e depois partir para Wellington.
Após muita estrada, chegamos ao nosso destino. O Mota já havia selecionado dois roteiros: conhecer uma fabrica de artigos de lã e uma fabrica de vinhos. Primeiramente fomos à fábrica de lã, chamada Classic Sheepskin Factory. A fábrica não estava funcionando, mas uma senhora muito simpática fez o tour conosco (apenas eu e o Mota) assim mesmo e explicou todo o processo de fabricação das peças. Falou muito, explicou tudo com detalhes. Do que ela falou, entendemos uns 15%. Mas tá valendo, ao menos ganhamos um suvenir FREE!
Agora, vamos aos vinhos! Da mesma forma, na fábrica de vinhos chamada Church Road Winery, fomos guiados por outra senhora muito simpática e que não parava de falar. Dessa vez já entendemos um pouco mais, uns 35%. Ao término da visita, ao ser questionado se havia aprendido algo, o Mota respondeu: Sure! Everything!
Ao término das nossas visitas, resolvemos pernoitar em Napier, devido ao avançar da hora e à distância de Wellington (300km). Procuramos um hostel, nos instalamos e fomos comer. Encontramos u
m restaurante turco e devido ao preço e ao conteúdo, decidimos comer um Iskender. Alguém sabe o que é um Iskender? Pois é, nem nós! Mesmo assim pedimos um Beef and Lamb Iskender. E estava excelente! Muito bom mesmo!
À noite, decidimos dar uma volta pela cidade e nos deparamos com um fato extraordinário: não estava frio! Sério mesmo! Isso porque não estava ventando. Levamos nossos casacos para passear!
Depois de muito rodarmos sem rumo, decidimos entrar num pub (vazio) e bater papo. Até tentei entrar, mas o segurança da porta insistiu em ver minha identidade, habilitação, etc. Tá foda! Foi no aeroporto, em dois pubs...maior cara de criança! E olha que to de barba! Rala, mas é barba!
Entramos no Phoenix Red Lion e ficamos observando uma garota dançando com a parede, totalmente alucinada! Deu pena! Pedi um chopp, ficamos conversando bobeira e quando reparamos, o lugar estava cheio (não cheio, mas tinha algumas pessoas se divertindo) e cada vez mais chegava gente. Ficamos por ali ouvindo o repertório de 25 músicas que o barman selecionou no computador.Vale ressaltar que a galera adora estragar as músicas. Eles colocam uma música maneira, de fundo, e jogam um hip-hop por cima.
De repente apareceram os primos maoris do Motinha. Os caras chegaram e já foram cumprimentando, achando que o Mota era da família! Tava tudo muito bem, tudo muito legal, até que uns vagabundos resolveram espirrar cuba nas minhas costas. Fiquei puto, olhei pros filhos da mãe e me controlei (mas continuei puto). Não satisfeitos, espirraram cuba nas costas do Mota também. Depois disso eles foram embora, mas a minha noite já estava estragada! Resolvemos ir dormir!
OBS: notamos que aqui os imóveis são muito caros! Vimos alguns anúncios de imóveis custando $315.000,00, que eram casas horríveis, de madeira, totalmente detonadas, absurdo mesmo. Também vimos apartamentos por 1,4 milhão! To vendo que o bizu é morar no albergue: $25 por dia!
Após muita estrada, chegamos ao nosso destino. O Mota já havia selecionado dois roteiros: conhecer uma fabrica de artigos de lã e uma fabrica de vinhos. Primeiramente fomos à fábrica de lã, chamada Classic Sheepskin Factory. A fábrica não estava funcionando, mas uma senhora muito simpática fez o tour conosco (apenas eu e o Mota) assim mesmo e explicou todo o processo de fabricação das peças. Falou muito, explicou tudo com detalhes. Do que ela falou, entendemos uns 15%. Mas tá valendo, ao menos ganhamos um suvenir FREE!
Agora, vamos aos vinhos! Da mesma forma, na fábrica de vinhos chamada Church Road Winery, fomos guiados por outra senhora muito simpática e que não parava de falar. Dessa vez já entendemos um pouco mais, uns 35%. Ao término da visita, ao ser questionado se havia aprendido algo, o Mota respondeu: Sure! Everything!
Ao término das nossas visitas, resolvemos pernoitar em Napier, devido ao avançar da hora e à distância de Wellington (300km). Procuramos um hostel, nos instalamos e fomos comer. Encontramos u
À noite, decidimos dar uma volta pela cidade e nos deparamos com um fato extraordinário: não estava frio! Sério mesmo! Isso porque não estava ventando. Levamos nossos casacos para passear!
Depois de muito rodarmos sem rumo, decidimos entrar num pub (vazio) e bater papo. Até tentei entrar, mas o segurança da porta insistiu em ver minha identidade, habilitação, etc. Tá foda! Foi no aeroporto, em dois pubs...maior cara de criança! E olha que to de barba! Rala, mas é barba!
Entramos no Phoenix Red Lion e ficamos observando uma garota dançando com a parede, totalmente alucinada! Deu pena! Pedi um chopp, ficamos conversando bobeira e quando reparamos, o lugar estava cheio (não cheio, mas tinha algumas pessoas se divertindo) e cada vez mais chegava gente. Ficamos por ali ouvindo o repertório de 25 músicas que o barman selecionou no computador.Vale ressaltar que a galera adora estragar as músicas. Eles colocam uma música maneira, de fundo, e jogam um hip-hop por cima.
De repente apareceram os primos maoris do Motinha. Os caras chegaram e já foram cumprimentando, achando que o Mota era da família! Tava tudo muito bem, tudo muito legal, até que uns vagabundos resolveram espirrar cuba nas minhas costas. Fiquei puto, olhei pros filhos da mãe e me controlei (mas continuei puto). Não satisfeitos, espirraram cuba nas costas do Mota também. Depois disso eles foram embora, mas a minha noite já estava estragada! Resolvemos ir dormir!
OBS: notamos que aqui os imóveis são muito caros! Vimos alguns anúncios de imóveis custando $315.000,00, que eram casas horríveis, de madeira, totalmente detonadas, absurdo mesmo. Também vimos apartamentos por 1,4 milhão! To vendo que o bizu é morar no albergue: $25 por dia!
sábado, 1 de dezembro de 2007
Dia 30/11 - Em busca dos picos nevados!
Queriamos apenas ver o geiser, mas o ticket era um so e custava $27,50. Tentamos dar o golpe, mas tinha fiscalizacao, entao compramos o ticket e, alem do geiser, visitamos o parque. Isso foi muito legal pois passamos por cenarios muito bonitos e interessantes. Valeu a pena!
Pegamos a estrada novamente, dessa vez em direcao a Taupo, para ver o lago Taupo, o maior da ilha do norte. No caminho, um pit stop em Huka Falls.
Muita estrada, chuva, cansaco e chegamos ao Tongariro National Trout Centre. Percebemos que nao era la e pegamos a estrada novamente. Quando o tempo melhorou um pouco, observamos que aqueles picos que vimos de longe estavam ao nosso lado, "que maneiro!"
- "Que horas fecha o parque?", perguntei.
- "Ele nao fecha?", respondeu o sujeito do albergue.
- "Nao! Beleza! Da pra aproveitar o dia de hoje, ainda. Quantas horas precisamos para conhecer o parque?"
- "Depende do que voce quer fazer!"
- "Se eu quiser conhecer tudo? Quanto tempo leva?"
- "Olha, so esta trilha aqui sao tres dias..."
Dai percebemos que nao tinhamos a menor nocao do que era aquilo. Sao varias trilhas, de dias, com escaladas, camping, cenarios espetaculares, regioes nevadas, estacao de esqui, etc. Frust
Enquanto subíamos até a estação de esqui, percebemos um cheiro bom que vinha da mala do carro. Paramos e fomos verificar: era meu perfume vazando! agradeço ao hermano argentino do aeroporto de Buenos Aires, que não ficou com o perfume, mas quebrou o borrifador.
Retornamos e decidimos pernoitar em Taupo, para amanha seguirmos para a regiao dos vinhedos.
Paramos em Tauranga para abastecer o carro e a gente. Quanto a comida, tudo bem, mas quanto ao carro, o Mota inventou de aprender a mecher na bomba de combustivel faltando $6 para encher o tanque. Resultado, gasolina derramando no carro e pelo chao!
Chegamos a Taupo e penamos para achar um hostel. Valores muito altos, alguns ja fechados devido ao avancar da hora. Instalados, fomos em busca da net e de comida. Nao conseguimos nem um nem outro, ja eram 22h. Demos um tempo e resolvemos dormir para pegar a estrada amanha.
Dia 29/11 - Brazucas na night!

Nosso primeiro desafio do dia foi estacionar o carro em algum lugar que permitisse estacionamento por tempo indeterminado, pois na maioria das ruas somente e' permitido o periodo de duas horas. Deixamo-lo no Government's Garden e fomos tomar cafe', por sinal um excelente desjejum no Ronie's Cafe (um sandubao com muita carne e molhinho especial por apenas $3). 
Alimentados, partimos para a Vila Maori chamada Whakarewarewa Village, conhecer um pouco mais sobre a cultura Maori e sobre as atividades geotermais da regiao de Rotorua. Enquanto esperavamos o inicio do tour pela vila, conhecemos uma senhora alema, que estava, sozinha, pedalando pela NZ e depois iria para a Australia. Disse-nos que gastaria 4 meses na NZ e 2,5 na Australia. O Mota falou que um dia quer ter esse gas todo tambem!
Apos o passeio pela vila, comprei outra toalha (a minha ficou em Whitianga), almocamos o tradicional Fish & Chips e partimos novamente para o ZORB. Dessa vez eu consegui descer morro abaixo dentro de uma bola de silicone. No comeco rolou uma piscacaozinha, mas depois que comecei a rolar, so tive vontade de rir, e ri muito, muito mesmo. Por problemas tecnicos, nao conseguimos fazer filmagens mostrando isso, mas a lembranca, e a recomendacao permanecerao!
Voltamos para a cidade, atualizamos o diario e fomos visitar o Rotorua Museum. O lugar era uma antiga casa de cura, com tratamentos baseados em banhos de lama ou agua, ambos de origem geotermal. Parece ter sido um lugar muito procurado no inicio do seculo passado. Resolvemos assistir os dois documentarios sobre fatos da população maori (em preto e branco, em inglês, sem legenda, no ar condicionado, sala escura e poltrona confortável). Advinhem o que aconteceu...Motinha roncando na sala de projeção! Ainda bem que estávamos sozinhos!
Retornamos ao albergue e antes de sairmos para night, na sala de TV/cozinha estava rolando uma reuniao de brazucas e franceses, com pao de queijo, vinho, vodca misturada com feijoa (uma fruta da regiao) e uma filmagem, sobre um cara que esta viajando por alguns paises do mundo e registrando cultura, paisagens e comportamentos. O detalhe e' que ele esta fazendo isso numa cadeira de rodas! Seu nome e' Patrick Guera e o filme sera Beyond the Chair.
Todos prontos, partimos novamente para The Lava Bar. Dessa vez o local estava cheio, nao demais, mas o suficiente para nos divertimos e nao sentirmos frio. A noite foi muito maneira! Agradecemos aos nossos amigos brazucas, foi muito divertido mesmo!
Como nao sentiamos frio, o Motinha, safo, tirou o agasalho e o deixou num canto. Ficou de olho por um bom tempo, depois desplugou. Ao termino da balada, cade o agasalho? Ja era! Um abraco! Na saida, um alemao falando mal das mulheres brasileiras, comentario que nao foi bem recebido no nosso grupo e ele ficou todo errado. Apos isso, briga de uma outra galera la, com direito a policia e tudo mais!
De volta ao albergue, no quarto, roncos incessantes da dinamarquesa e um outro alemao reclamando, deitado na cama. Enquanto nos trocavamos (porque agora tinhamos cobertores gracas a nossa amiga brazuca Juliana), o alemao reclamava e xingava. De inicio, achamos que ele estava sonhando, mas depois percebemos que nao. Entao, so de sacanagem, juntamente com o ronco da dinamarquesa, mandei aquele peido e o alemao mandou um "fuck you", que foi respondido com outro peido e novamente rolou o "fuck you" seguido de mais outros xingamentos que nao precisam fazer parte do diario. Deu vontade de rir...
Algumas observacoes: 1 - ninguem fuma em ambientes fechados, nem na night! A galera sai e vai fumar la no frio. 2 - as musicas que tocam aqui sao todas antigas, tanto as da radio quanto as da night. 3 - e' impressionante a proporcao de filhos por casal aqui, sao sempre 2 ou 3, algumas vezes ate mais que isso. Vemos as familias com muitas, muitas criancas!
4 - o Mota e' a pessoa que conheco que mais frequenta o banheiro. Sao de 8 a 10 vezes ao dia.

Alimentados, partimos para a Vila Maori chamada Whakarewarewa Village, conhecer um pouco mais sobre a cultura Maori e sobre as atividades geotermais da regiao de Rotorua. Enquanto esperavamos o inicio do tour pela vila, conhecemos uma senhora alema, que estava, sozinha, pedalando pela NZ e depois iria para a Australia. Disse-nos que gastaria 4 meses na NZ e 2,5 na Australia. O Mota falou que um dia quer ter esse gas todo tambem!
Apos o passeio pela vila, comprei outra toalha (a minha ficou em Whitianga), almocamos o tradicional Fish & Chips e partimos novamente para o ZORB. Dessa vez eu consegui descer morro abaixo dentro de uma bola de silicone. No comeco rolou uma piscacaozinha, mas depois que comecei a rolar, so tive vontade de rir, e ri muito, muito mesmo. Por problemas tecnicos, nao conseguimos fazer filmagens mostrando isso, mas a lembranca, e a recomendacao permanecerao!

Voltamos para a cidade, atualizamos o diario e fomos visitar o Rotorua Museum. O lugar era uma antiga casa de cura, com tratamentos baseados em banhos de lama ou agua, ambos de origem geotermal. Parece ter sido um lugar muito procurado no inicio do seculo passado. Resolvemos assistir os dois documentarios sobre fatos da população maori (em preto e branco, em inglês, sem legenda, no ar condicionado, sala escura e poltrona confortável). Advinhem o que aconteceu...Motinha roncando na sala de projeção! Ainda bem que estávamos sozinhos!
Retornamos ao albergue e antes de sairmos para night, na sala de TV/cozinha estava rolando uma reuniao de brazucas e franceses, com pao de queijo, vinho, vodca misturada com feijoa (uma fruta da regiao) e uma filmagem, sobre um cara que esta viajando por alguns paises do mundo e registrando cultura, paisagens e comportamentos. O detalhe e' que ele esta fazendo isso numa cadeira de rodas! Seu nome e' Patrick Guera e o filme sera Beyond the Chair.
Todos prontos, partimos novamente para The Lava Bar. Dessa vez o local estava cheio, nao demais, mas o suficiente para nos divertimos e nao sentirmos frio. A noite foi muito maneira! Agradecemos aos nossos amigos brazucas, foi muito divertido mesmo!
Como nao sentiamos frio, o Motinha, safo, tirou o agasalho e o deixou num canto. Ficou de olho por um bom tempo, depois desplugou. Ao termino da balada, cade o agasalho? Ja era! Um abraco! Na saida, um alemao falando mal das mulheres brasileiras, comentario que nao foi bem recebido no nosso grupo e ele ficou todo errado. Apos isso, briga de uma outra galera la, com direito a policia e tudo mais!
De volta ao albergue, no quarto, roncos incessantes da dinamarquesa e um outro alemao reclamando, deitado na cama. Enquanto nos trocavamos (porque agora tinhamos cobertores gracas a nossa amiga brazuca Juliana), o alemao reclamava e xingava. De inicio, achamos que ele estava sonhando, mas depois percebemos que nao. Entao, so de sacanagem, juntamente com o ronco da dinamarquesa, mandei aquele peido e o alemao mandou um "fuck you", que foi respondido com outro peido e novamente rolou o "fuck you" seguido de mais outros xingamentos que nao precisam fazer parte do diario. Deu vontade de rir...
Algumas observacoes: 1 - ninguem fuma em ambientes fechados, nem na night! A galera sai e vai fumar la no frio. 2 - as musicas que tocam aqui sao todas antigas, tanto as da radio quanto as da night. 3 - e' impressionante a proporcao de filhos por casal aqui, sao sempre 2 ou 3, algumas vezes ate mais que isso. Vemos as familias com muitas, muitas criancas!
4 - o Mota e' a pessoa que conheco que mais frequenta o banheiro. Sao de 8 a 10 vezes ao dia.
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